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domingo, 22 de janeiro de 2012
domingo, 18 de dezembro de 2011
• A diferença entre homens, mulheres e gays
► Essa é clássica! kkkk
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sábado, 10 de dezembro de 2011
• O segredo do sucesso
Veja Por Que O Homem Se Torna Irresistível Quando Arruma Namorada
O homem passa anos solteiros, tenta conquistar diversas mulheres mas nenhum dá bola para ele. Então, ele finalmente encontra uma parceira. De repente, as mulheres começam a se interessar por ele, no momento comprometido. Esta situação é enfrentada por boa parte do público masculino. O site Ask Men listou as razões que fazem as mulheres se interessar mais pelos homens comprometidos; confira a seguir.
As mulheres querem o que está mais difícil
Na história religiosa, a mulher comeu a maçã proibida, mesmo sendo aconselhada a não tomar tal atitude. A teoria se aplica no interesse delas pelos homens: o que está fora do alcance se torna mais atraente. A segurança que um homem capaz de cultivar um relacionamento sério passa, conquista o público feminino.
Elas ouvem coisas boas sobre os comprometidos
O que as pessoas falam pode ter influência no despertar do interesse de uma mulher por um homem. Quando a parceira exalta as qualidades do namorado, por exemplo, pode estar criando motivos para que outras mulheres se sintam atraídas por ele.
Elas pensam que os homens não têm segundas intenções
As mulheres acreditam que quando um homem está em um relacionamento, não usa as mulheres para um fim apenas, se envolvem sentimentalmente e se preocupam com o bem estar da parceira. É como se o homem deixasse de ser egoísta e de pensar somente em sexo por ser comprometido.
Mulheres querem o o que é popular
Elas querem o que outras mulheres têm. O simples fato de um cara ser favorito é motivo para se interessar. Quando ele é comprometido, significa que foi procurado, testado e aprovado como namorado por outra mulher, portanto ele atrai os olhares do público feminino.
As mulheres querem um impulso do ego
Homem ou mulher, o impulso no ego é a confirmação de que você está com tudo em cima. Por exemplo, se um homem arrisca todo o relacionamento, sem se preocupar, por uma noite com outra mulher, esta outra se sentirá o máximo. Ela fará de tudo para se sobressair em relação à namorada do homem.
Elas acreditam que eles tenham qualidades
Para entender como as mulheres pensam em relação aos homens comprometidos, basta comparar esta relação com a forma como os homens pensam sobre estacionamentos. Os que estão mais próximos do estabelecimento – portanto, os melhores – serão ocupados mais rapidamente. Quanto mais longe for o local para estacionar – os piores – mais fácil será de encontrar vagas. A comparação se aplica aos homens. Para as mulheres, o homem comprometido é melhor do que o solteiro, em questão de qualidades.
As mulheres gostam de um desafio
Homens comprometidos são mais difíceis de conquistar. Para começar, provavelmente eles estão contentes com a atual namorada e não muito interessados em colocar em jogo a relação. A dificuldade não inibe as mulheres, pelo contrário, as instiga a querer ainda mais aquele homem. Elas farão de tudo para conquistá-lo.
Mulheres querem tomar o que é da outra
Algumas estão em busca de vingança, outras fazem isso como um esporte para ver se elas “podem tirá-lo da outra”, seja qual for o custo emocional. Elas investem na conquista e quando conseguem atenção, fazem o possível para que abandone a parceira.
Homens comprometidos são mais confiantes
Da próxima vez que sair, dê uma olhada ao redor. Os caras mais confiantes não são aqueles que gastam tudo o que têm na carteira com bebidas alcoólicas. O homem mais confiante é o que está abraçado a uma mulher, possivelmente, a namorada dele. A situação do homem comprometido prova que ele é bem sucedido, inteligente e encantador. Além disso, mostra que ele é romântico o suficiente para fazer uma mulher se apaixonar.
► Por isso, quando for à caça, arrume uma aliança. #ficadica
O homem passa anos solteiros, tenta conquistar diversas mulheres mas nenhum dá bola para ele. Então, ele finalmente encontra uma parceira. De repente, as mulheres começam a se interessar por ele, no momento comprometido. Esta situação é enfrentada por boa parte do público masculino. O site Ask Men listou as razões que fazem as mulheres se interessar mais pelos homens comprometidos; confira a seguir.
As mulheres querem o que está mais difícil
Na história religiosa, a mulher comeu a maçã proibida, mesmo sendo aconselhada a não tomar tal atitude. A teoria se aplica no interesse delas pelos homens: o que está fora do alcance se torna mais atraente. A segurança que um homem capaz de cultivar um relacionamento sério passa, conquista o público feminino.
Elas ouvem coisas boas sobre os comprometidos
O que as pessoas falam pode ter influência no despertar do interesse de uma mulher por um homem. Quando a parceira exalta as qualidades do namorado, por exemplo, pode estar criando motivos para que outras mulheres se sintam atraídas por ele.
Elas pensam que os homens não têm segundas intenções
As mulheres acreditam que quando um homem está em um relacionamento, não usa as mulheres para um fim apenas, se envolvem sentimentalmente e se preocupam com o bem estar da parceira. É como se o homem deixasse de ser egoísta e de pensar somente em sexo por ser comprometido.
Mulheres querem o o que é popular
Elas querem o que outras mulheres têm. O simples fato de um cara ser favorito é motivo para se interessar. Quando ele é comprometido, significa que foi procurado, testado e aprovado como namorado por outra mulher, portanto ele atrai os olhares do público feminino.
As mulheres querem um impulso do ego
Homem ou mulher, o impulso no ego é a confirmação de que você está com tudo em cima. Por exemplo, se um homem arrisca todo o relacionamento, sem se preocupar, por uma noite com outra mulher, esta outra se sentirá o máximo. Ela fará de tudo para se sobressair em relação à namorada do homem.
Elas acreditam que eles tenham qualidades
Para entender como as mulheres pensam em relação aos homens comprometidos, basta comparar esta relação com a forma como os homens pensam sobre estacionamentos. Os que estão mais próximos do estabelecimento – portanto, os melhores – serão ocupados mais rapidamente. Quanto mais longe for o local para estacionar – os piores – mais fácil será de encontrar vagas. A comparação se aplica aos homens. Para as mulheres, o homem comprometido é melhor do que o solteiro, em questão de qualidades.
As mulheres gostam de um desafio
Homens comprometidos são mais difíceis de conquistar. Para começar, provavelmente eles estão contentes com a atual namorada e não muito interessados em colocar em jogo a relação. A dificuldade não inibe as mulheres, pelo contrário, as instiga a querer ainda mais aquele homem. Elas farão de tudo para conquistá-lo.
Mulheres querem tomar o que é da outra
Algumas estão em busca de vingança, outras fazem isso como um esporte para ver se elas “podem tirá-lo da outra”, seja qual for o custo emocional. Elas investem na conquista e quando conseguem atenção, fazem o possível para que abandone a parceira.
Homens comprometidos são mais confiantes
Da próxima vez que sair, dê uma olhada ao redor. Os caras mais confiantes não são aqueles que gastam tudo o que têm na carteira com bebidas alcoólicas. O homem mais confiante é o que está abraçado a uma mulher, possivelmente, a namorada dele. A situação do homem comprometido prova que ele é bem sucedido, inteligente e encantador. Além disso, mostra que ele é romântico o suficiente para fazer uma mulher se apaixonar.
► Por isso, quando for à caça, arrume uma aliança. #ficadica
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
• A namorada do CR7
Irina é embaixadora da grife desde 2007, muito antes dela aparecer na mídia como namorada de CR7
A namorada de Cristiano Ronaldo, Irina Shayk, protagonizou um comercial bem animadinho para a marca de lingerie italiana Intimissimi. A modelo aparece em clima natalino e com roupas íntimas ‘desejando um Feliz Natal’.
► Pelo menos nisso ele ganha do Messi...
A namorada de Cristiano Ronaldo, Irina Shayk, protagonizou um comercial bem animadinho para a marca de lingerie italiana Intimissimi. A modelo aparece em clima natalino e com roupas íntimas ‘desejando um Feliz Natal’.
► Pelo menos nisso ele ganha do Messi...
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
• Filha de Monique Evans será capa da Playboy
Bárbara Evans substitui irmã de Marcela Temer na capa da "Playboy" de Natal. Depois de confirmar e assinar o contrato, Fernanda Tedeschi sumiu na véspera do ensaio deixando a publicação na mão

Bárbara Evans, filha da apresentadora Monique Evans será capa da edição da Playboy de dezembro depois da desistência de Fernanda Tedeschi, a irmã de Marcela Temer, vice-primeira-dama. Segundo o jornal Extra, depois de confirmar e assinar o contrato, Fernanda sumiu na véspera do ensaio deixando a publicação na mão.
Nesta segunda-feira (14), a modelo confirmou a notícia pelo Twitter e postou: "Bom gente, não vou mais esconder de vocês meus amados, eu sou capa da Playboy de Natal!". Enquanto dezembro não chega, os fãs podem ir se satisfazendo com o ensaio que a modelo fez para o Paparazzo.
Não é a primeira vez que Bárbara é fotografada em poses sensuais. No início de setembro deste ano, ela foi clicada para Paparazzo e comentou sobre sua relação com a mãe. "Minha mãe é meu maior orgulho. Admiro tudo que ela fez, mas não gosto de ser comparada a ela. Somos completamente diferentes. Sou tímida, e minha mãe é extrovertida 100% do tempo".
Monique Evans desaprova
Ao comparecer a um evento no dia 27 de outubro, ao ser questionada sobre a possibilidade de sua filha, Bárbara Evans, posar nua, Monique retrucou:
“Acho cedo demais para isso. A Bárbara é muito nova e ainda tem que buscar muita coisa na carreira. Não é assim, chegar e ir tirando a roupa”, afirmou ela, referindo-se à jovem de 20 anos.
► Filha de peixe, peixinha é.
Bárbara Evans, filha da apresentadora Monique Evans será capa da edição da Playboy de dezembro depois da desistência de Fernanda Tedeschi, a irmã de Marcela Temer, vice-primeira-dama. Segundo o jornal Extra, depois de confirmar e assinar o contrato, Fernanda sumiu na véspera do ensaio deixando a publicação na mão.
Nesta segunda-feira (14), a modelo confirmou a notícia pelo Twitter e postou: "Bom gente, não vou mais esconder de vocês meus amados, eu sou capa da Playboy de Natal!". Enquanto dezembro não chega, os fãs podem ir se satisfazendo com o ensaio que a modelo fez para o Paparazzo.
Não é a primeira vez que Bárbara é fotografada em poses sensuais. No início de setembro deste ano, ela foi clicada para Paparazzo e comentou sobre sua relação com a mãe. "Minha mãe é meu maior orgulho. Admiro tudo que ela fez, mas não gosto de ser comparada a ela. Somos completamente diferentes. Sou tímida, e minha mãe é extrovertida 100% do tempo".
Monique Evans desaprova
Ao comparecer a um evento no dia 27 de outubro, ao ser questionada sobre a possibilidade de sua filha, Bárbara Evans, posar nua, Monique retrucou:
“Acho cedo demais para isso. A Bárbara é muito nova e ainda tem que buscar muita coisa na carreira. Não é assim, chegar e ir tirando a roupa”, afirmou ela, referindo-se à jovem de 20 anos.
► Filha de peixe, peixinha é.
domingo, 23 de outubro de 2011
• Exemplo prático de como funciona a mente humana
Vejamos um exemplo prático de como a mente funciona. Considere essa foto abaixo.
Vamos analisar, de forma bem estereotipada, o que ela representa pra alguns grupos de pessoas (leia a análise após a foto):

- Para homens adolescentes ela é uma bunda (e que bunda!). Somente os mais observadores a definirão como uma bunda atravessando a rua.
- Para homens mais maduros é uma mulher com uma bunda respeitável atravessando a rua.
- Os homens insaciáveis imaginam logo a mulher pelada.
- Homens sábios e espirituosos meditarão na presença de espírito do fotógrafo que, em face de tal beleza, a compartilhou com a humanidade.
- Para metade das mulheres essa é uma mulher vulgar, que não deveria ter saído de casa desse jeito.
- A outra metade está imaginando onde ela comprou essa blusa de rendinhas.
- Mulheres sábias e espirituosas meditarão na impermanência da bunda e imaginarão a desgraça que vai ser esse traseiro aos 50 anos.
- Crianças, curiosos e monges provavelmente perceberão um cachorro dirigindo um carro na foto
► Eu não percebi...
Vamos analisar, de forma bem estereotipada, o que ela representa pra alguns grupos de pessoas (leia a análise após a foto):
- Para homens adolescentes ela é uma bunda (e que bunda!). Somente os mais observadores a definirão como uma bunda atravessando a rua.
- Para homens mais maduros é uma mulher com uma bunda respeitável atravessando a rua.
- Os homens insaciáveis imaginam logo a mulher pelada.
- Homens sábios e espirituosos meditarão na presença de espírito do fotógrafo que, em face de tal beleza, a compartilhou com a humanidade.
- Para metade das mulheres essa é uma mulher vulgar, que não deveria ter saído de casa desse jeito.
- A outra metade está imaginando onde ela comprou essa blusa de rendinhas.
- Mulheres sábias e espirituosas meditarão na impermanência da bunda e imaginarão a desgraça que vai ser esse traseiro aos 50 anos.
- Crianças, curiosos e monges provavelmente perceberão um cachorro dirigindo um carro na foto
► Eu não percebi...
domingo, 11 de setembro de 2011
• Inkaktus Prole
O vídeo que a MTV censurou
► Que acha? Era pra censurar?
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sábado, 6 de agosto de 2011
• Por que o sexo anal ainda choca?
Declaração de Sandy repercute e mostra que o assunto é o atual maior tabu da sexualidade feminina: a virgindade do século XXI

Julia Reis, iG São Paulo
Por muitos anos a cantora Sandy cultivou a imagem de menina virgem e pudica. Recentemente, já casada, surpreendeu ao assumir o rótulo de “devassa” na campanha publicitária de uma marca de cerveja. Era de se esperar, portanto, a polêmica em torno de sua declaração para a revista Playboy de agosto: “é possível ter prazer anal”.
A frase caiu na boca do povo não só pelo estilo possivelmente contraditório de Sandy, mas pelo tema, que ainda é delicado no universo feminino. Lucas Lima, marido da cantora, e Xororó, o pai, não gostaram quando a citação foi parar na capa da publicação masculina: “Que pai gosta de ler aquilo?”, disse o astro sertanejo em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.
Em tempos que a virgindade não é mais o grande dilema sexual feminino, e que elas assumem buscar o próprio prazer na cama, seria o sexo anal o principal marco de experimentação da mulher moderna? E porque ainda julgamos moralmente – mesmo que de forma velada – uma mulher que assume praticar e gostar de sexo anal?
Para Oswaldo Rodrigues Junior, psicoterapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, a prática do sexo anal é mais comum do que se imagina. No entanto, o constrangimento em tocar no assunto seria explicado pelo peso moral que a modalidade ainda carrega. “Verbalizar implica poder ser alvo de julgamento por outras pessoas. A mulher que expõe isso demonstra segurança”, diz ele.
De acordo com Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP), o assunto gera fofocas e choca porque tem uma conotação de maior liberdade sexual. “É uma prática historicamente menos aceita porque foge de um padrão voltado para a reprodução. É um sexo pelo prazer, estritamente ligado ao erotismo”, explica. Outras formas de sexo que não incluem a penetração vaginal também já foram mais polêmicas. É o caso do sexo oral. “Hoje está em evidência, mas já foi vilão e bastante questionado. Agora esse espaço é do sexo anal”, completa Abdo.
Uma preferência de poucas
São apenas 15% das mulheres brasileiras que dizem praticar sexo anal com frequencia, segundo um levantamento de Carmita Abdo. “Tem uma proporção que eventualmente aceita, mas não é algo regular e apreciado”, diz. Para Oswaldo, as mulheres raramente demonstram o desejo anal, mas aceitam a experimentação. Uma pesquisa coordenada por ele na década de 1990 apontou que mais de 80% das mulheres já tinham feito sexo anal alguma vez, mas apenas metade faria novamente – e a maioria tinha como objetivo satisfazer o parceiro. Os dados ainda comprovam que Sandy está certa: sim, é possível ter prazer anal, porém nada comum para as mulheres. “Apenas 2% disseram que sentiam orgasmos com a penetração anal”, aponta ele.
A prática de sexo anal na cultura ocidental não é algo novo. “Tem sido praticado desde sempre e é objeto de questões morais historicamente”, avalia Junior. A penetração anal já foi inclusive uma alternativa para a preservação da virgindade vaginal. “Era uma intimidade usada entre casais para evitar o rompimento do hímen até a década de sessenta”, aponta Abdo. “Na medida em que a virgindade foi perdendo o valor como uma prova de resguardo da mulher, o sexo anal passou a não ser tão praticado, virou uma alternativa complementar e não substituto”, conclui a pesquisadora.
► Se até a Sandy faz, qual a desculpa da sua namorada agora?
Julia Reis, iG São Paulo
Por muitos anos a cantora Sandy cultivou a imagem de menina virgem e pudica. Recentemente, já casada, surpreendeu ao assumir o rótulo de “devassa” na campanha publicitária de uma marca de cerveja. Era de se esperar, portanto, a polêmica em torno de sua declaração para a revista Playboy de agosto: “é possível ter prazer anal”.
A frase caiu na boca do povo não só pelo estilo possivelmente contraditório de Sandy, mas pelo tema, que ainda é delicado no universo feminino. Lucas Lima, marido da cantora, e Xororó, o pai, não gostaram quando a citação foi parar na capa da publicação masculina: “Que pai gosta de ler aquilo?”, disse o astro sertanejo em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.
Em tempos que a virgindade não é mais o grande dilema sexual feminino, e que elas assumem buscar o próprio prazer na cama, seria o sexo anal o principal marco de experimentação da mulher moderna? E porque ainda julgamos moralmente – mesmo que de forma velada – uma mulher que assume praticar e gostar de sexo anal?
Para Oswaldo Rodrigues Junior, psicoterapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, a prática do sexo anal é mais comum do que se imagina. No entanto, o constrangimento em tocar no assunto seria explicado pelo peso moral que a modalidade ainda carrega. “Verbalizar implica poder ser alvo de julgamento por outras pessoas. A mulher que expõe isso demonstra segurança”, diz ele.
De acordo com Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP), o assunto gera fofocas e choca porque tem uma conotação de maior liberdade sexual. “É uma prática historicamente menos aceita porque foge de um padrão voltado para a reprodução. É um sexo pelo prazer, estritamente ligado ao erotismo”, explica. Outras formas de sexo que não incluem a penetração vaginal também já foram mais polêmicas. É o caso do sexo oral. “Hoje está em evidência, mas já foi vilão e bastante questionado. Agora esse espaço é do sexo anal”, completa Abdo.
Uma preferência de poucas
São apenas 15% das mulheres brasileiras que dizem praticar sexo anal com frequencia, segundo um levantamento de Carmita Abdo. “Tem uma proporção que eventualmente aceita, mas não é algo regular e apreciado”, diz. Para Oswaldo, as mulheres raramente demonstram o desejo anal, mas aceitam a experimentação. Uma pesquisa coordenada por ele na década de 1990 apontou que mais de 80% das mulheres já tinham feito sexo anal alguma vez, mas apenas metade faria novamente – e a maioria tinha como objetivo satisfazer o parceiro. Os dados ainda comprovam que Sandy está certa: sim, é possível ter prazer anal, porém nada comum para as mulheres. “Apenas 2% disseram que sentiam orgasmos com a penetração anal”, aponta ele.
A prática de sexo anal na cultura ocidental não é algo novo. “Tem sido praticado desde sempre e é objeto de questões morais historicamente”, avalia Junior. A penetração anal já foi inclusive uma alternativa para a preservação da virgindade vaginal. “Era uma intimidade usada entre casais para evitar o rompimento do hímen até a década de sessenta”, aponta Abdo. “Na medida em que a virgindade foi perdendo o valor como uma prova de resguardo da mulher, o sexo anal passou a não ser tão praticado, virou uma alternativa complementar e não substituto”, conclui a pesquisadora.
► Se até a Sandy faz, qual a desculpa da sua namorada agora?
quarta-feira, 27 de julho de 2011
• Gretchen: "Eu sou a Madonna brasileira"
Nunca houve uma mulher como Gretchen. E dificilmente haverá, garante Maria Odete Brito de Miranda, que passou 34 dos seus 52 anos de vida encarnando esse personagem icônico da MPB: a cantora sexy que resiste no imaginário nacional com apenas três canções de (estrondoso) sucesso: "Melô do piripipi", "Freak le boom boom" e "Conga, conga, conga" - essa, trilha sonora para as recentes picardias da cantora Sandy num comercial de cerveja.
- Ainda não encontrei ninguém que tivesse tomado o meu lugar. E olha que eu dei várias oportunidades, já que fiquei grávida algumas vezes - diz essa mãe de cinco filhos biológicos e uma adotiva, que lança esta quarta no Rio o CD "Charme, talento e gostosura", coletânea dos seus sucessos organizada pelo pesquisador Rodrigo Faour. A festa é às 23h30m, no Galeria Café, em Ipanema, e terá um pocket show da diva.
Um bibelô pop que vendeu 15 milhões de discos na virada dos anos 1970 para os 1980 (e que irritou algumas das grandes cantoras do Brasil), Gretchen foi um produto pensado para a TV. Quem conta a história é o produtor argentino Santiago Malnati, o Mister Sam, que acompanha à distância (de São Paulo), as andanças da ex-pupila.
- Eu vi a Gretchen pela primeira vez cantando no programa de calouros do Silvio Santos. De cara, percebi: essa mulher tem alguma coisa! - diz.
Era 1977, e - Mister Sam ainda não sabia - Odete ia fazer 18 anos no dia seguinte. Rapidamente ele a localizou e a contratou. E mais rapidamente ainda, compôs a canção "Dance with me", toda inspirada no sucesso da discoteque "Dance a little bit closer", da cantora Charo - a tal que a moça mostrara na TV. Na hora de lançar o compacto, Sam sugeriu que ela arrumasse um nome artístico melhor. Maria Odete lembrou de "Aleluia, Gretchen", filme de Sylvio Back. E se rebatizou.
- A Gretchen tinha um par de coxas muito bonito. Além disso, ela era muito autêntica - conta o produtor, que admite só ter ensinado uma coisa à cantora: como empinar o bumbum. - Depois, eu disse a ela: daqui em diante, você só canta o que eu escrever.
Gritos e gemidos
E, no que lhe foi possível, Maria Odete obedeceu.
- Sou muito submissa quando se trata de trabalho - garante ela, que pouco depois estouraria com "Freak your boom boom". Mister Sam lembra da inspiração.
- Eu fui a Nova York e comprei um disco com a música "Freak your boom boom". Era um jazz muito malfeito, mas o título era muito bom.
"Antes de mim, ou se cantava ou se dançava. Eu sou a Madonna brasileira"
O pulo do gato, porém, foi na hora da gravação, em que Sam acrescentou gritinhos, piripipis, palmas e - jura - até alguns gemidos seus.
- A alegria do disco era eu - orgulha-se o produtor.
Trinta anos depois do auge, Gretchen se vê como uma pioneira.
- Antes de mim, ou se cantava ou se dançava. Eu sou a Madonna brasileira.
Antes da própria Madonna, é claro.
► Ok, Madonna.
sábado, 26 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
• Mulheres brasileiras estão traindo mais
Pesquisa aponta que mulheres tiveram uma média de 3,4 parceiros durante a vida sexual e estão traindo mais

As brasileiras estão mais satisfeitas com sua vida sexual e tiveram mais parceiros na última década. É o que aponta o levantamento “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado”, realizado em 2010 pela Fundação Perseu Abramo e pelo Sesc com 2.365 mulheres e 1.181 homens acima de 15 anos de idade em todo o País. Os indicadores mostram também que as mulheres estão tendo mais relações sexuais fora de suas relações estáveis, como casamentos e namoros.
Entre as entrevistadas, 68% declararam estar satisfeitas com a maneira de viver a sua sexualidade, um aumento em relação aos dados de 2001, quando 61% diziam estar satisfeitas. Já a porcentagem de mulheres insatisfeitas em algum grau é de 28%, as totalmente insatisfeitas somam 8%. No caso dos homens, 80% estão satisfeitos.
A pesquisa aponta também que satisfação não é sinônimo de frequência sexual para as mulheres. Entre aquelas que tiveram relações há mais de um ano, 56% dizem estar satisfeitas sexualmente, porcentagem que sobe para 80% entre aquelas que transaram até três dias antes.
De todo o universo de pesquisa, 90% já tinham experiência sexual anterior. Nesse universo, 45% tinham feito sexo pelo menos uma semana antes, 13% no último mês e 25% há mais de um mês.
Mais prazer e parceiros
Atualmente, 84% das mulheres entrevistadas dizem “sentir muito prazer” ou “achar o sexo gostoso” na maioria das relações sexuais. Em 2001 o índice era de 78%. Entre as que dizem “sentir muito prazer”, porém, só 77% estão satisfeitas com sua vida sexual e 21% estão insatisfeitas de alguma forma. A pesquisa mostra, portanto, que a satisfação não está sempre ligada ao prazer para algumas mulheres.
A média de parceiros sexuais femininos também aumentou nos últimos anos. Na pesquisa de 2010 as mulheres dizem ter tido relações com 3,4 pessoas diferentes ao longo da vida – em 2001 a média era de 2,6 parceiros. Desde que começaram a vida sexual, 45% das mulheres só tiveram um parceiro (em 2001 eram 54%), 27% dois ou três e 12% quatro ou cinco. Somente 9% declararam terem transado com mais de seis pessoas diferentes. Entre os homens a média é de 22,4 parceiras, apenas 14% declararam ter tido apenas uma mulher em sua vida sexual.
Sexo fora do relacionamento
Questionadas sobre experiências sexuais fora do namoro ou casamento em algum momento da vida, 12% da mulheres assumiram que isso já aconteceu, um aumento em relação aos 7% apurados na pesquisa em 2001. Por outro lado, as brasileiras estão menos desconfiadas de seus parceiros: em 2001, 39% diziam ter certeza que o parceiro a traiu pelo menos uma vez, índice que diminuiu para 29% em 2010. Enquanto isso, 45% dos homens dizem que já traíram a parceira enquanto estavam em uma relação estável.
Entre os motivos dos casos e relações paralelas assumidos pelas mulheres, uma em cada três delas (35%) diz que fez isso por vingança ou para provocar ciúmes e 26% dizem que procuravam melhorar sua autoestima ou que se sentiam pouco amadas e procuradas pelo parceiro.
► Enquanto você vai regar o jardim do vizinho, o vizinho vem regar o seu.
As brasileiras estão mais satisfeitas com sua vida sexual e tiveram mais parceiros na última década. É o que aponta o levantamento “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado”, realizado em 2010 pela Fundação Perseu Abramo e pelo Sesc com 2.365 mulheres e 1.181 homens acima de 15 anos de idade em todo o País. Os indicadores mostram também que as mulheres estão tendo mais relações sexuais fora de suas relações estáveis, como casamentos e namoros.
Entre as entrevistadas, 68% declararam estar satisfeitas com a maneira de viver a sua sexualidade, um aumento em relação aos dados de 2001, quando 61% diziam estar satisfeitas. Já a porcentagem de mulheres insatisfeitas em algum grau é de 28%, as totalmente insatisfeitas somam 8%. No caso dos homens, 80% estão satisfeitos.
A pesquisa aponta também que satisfação não é sinônimo de frequência sexual para as mulheres. Entre aquelas que tiveram relações há mais de um ano, 56% dizem estar satisfeitas sexualmente, porcentagem que sobe para 80% entre aquelas que transaram até três dias antes.
De todo o universo de pesquisa, 90% já tinham experiência sexual anterior. Nesse universo, 45% tinham feito sexo pelo menos uma semana antes, 13% no último mês e 25% há mais de um mês.
Mais prazer e parceiros
Atualmente, 84% das mulheres entrevistadas dizem “sentir muito prazer” ou “achar o sexo gostoso” na maioria das relações sexuais. Em 2001 o índice era de 78%. Entre as que dizem “sentir muito prazer”, porém, só 77% estão satisfeitas com sua vida sexual e 21% estão insatisfeitas de alguma forma. A pesquisa mostra, portanto, que a satisfação não está sempre ligada ao prazer para algumas mulheres.
A média de parceiros sexuais femininos também aumentou nos últimos anos. Na pesquisa de 2010 as mulheres dizem ter tido relações com 3,4 pessoas diferentes ao longo da vida – em 2001 a média era de 2,6 parceiros. Desde que começaram a vida sexual, 45% das mulheres só tiveram um parceiro (em 2001 eram 54%), 27% dois ou três e 12% quatro ou cinco. Somente 9% declararam terem transado com mais de seis pessoas diferentes. Entre os homens a média é de 22,4 parceiras, apenas 14% declararam ter tido apenas uma mulher em sua vida sexual.
Sexo fora do relacionamento
Questionadas sobre experiências sexuais fora do namoro ou casamento em algum momento da vida, 12% da mulheres assumiram que isso já aconteceu, um aumento em relação aos 7% apurados na pesquisa em 2001. Por outro lado, as brasileiras estão menos desconfiadas de seus parceiros: em 2001, 39% diziam ter certeza que o parceiro a traiu pelo menos uma vez, índice que diminuiu para 29% em 2010. Enquanto isso, 45% dos homens dizem que já traíram a parceira enquanto estavam em uma relação estável.
Entre os motivos dos casos e relações paralelas assumidos pelas mulheres, uma em cada três delas (35%) diz que fez isso por vingança ou para provocar ciúmes e 26% dizem que procuravam melhorar sua autoestima ou que se sentiam pouco amadas e procuradas pelo parceiro.
► Enquanto você vai regar o jardim do vizinho, o vizinho vem regar o seu.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
• O segredo da longevidade
Mulher de 103 anos diz que segredo da longevidade é nunca ter feito sexo
Gladys Gough nunca se casou ou teve namorado. 'Provavelmente, teve algo a ver com isso', afirmou ela.

Uma britânica de 103 anos disse que o segredo para sua longevidade é o fato de nunca ter feito sexo e continuar virgem. "Eu nunca me casei ou tive um namorado. Provavelmente, teve algo a ver com isso", disse Gladys Gough, segundo reportagem do jornal inglês "The Sun".
Além de nunca ter feito sexo, Gladys destacou que nunca fumou, experimentou álcool ou tomou remédios. Ela afirmou ainda que preferiu dedicar sua vida a conhecer o mundo ao lado de sua irmã Edna, que morreu em 1996 aos 85 anos.
"Nós sempre fomos paqueradas pelos homens, mas preferimos viajar", disse ela.
► Fala sério. 100 anos sem sexo... viver pra quê?
Gladys Gough nunca se casou ou teve namorado. 'Provavelmente, teve algo a ver com isso', afirmou ela.
Uma britânica de 103 anos disse que o segredo para sua longevidade é o fato de nunca ter feito sexo e continuar virgem. "Eu nunca me casei ou tive um namorado. Provavelmente, teve algo a ver com isso", disse Gladys Gough, segundo reportagem do jornal inglês "The Sun".
Além de nunca ter feito sexo, Gladys destacou que nunca fumou, experimentou álcool ou tomou remédios. Ela afirmou ainda que preferiu dedicar sua vida a conhecer o mundo ao lado de sua irmã Edna, que morreu em 1996 aos 85 anos.
"Nós sempre fomos paqueradas pelos homens, mas preferimos viajar", disse ela.
► Fala sério. 100 anos sem sexo... viver pra quê?
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
• Maria do BBB11
Essa é a gata:

Essa é a chamada do BBB 11:
E essa é a Maria Melillo antes da fama:
► Bombas na academia, dá nessa voz bonita que ela tá agora
Essa é a chamada do BBB 11:
E essa é a Maria Melillo antes da fama:
► Bombas na academia, dá nessa voz bonita que ela tá agora
sábado, 27 de novembro de 2010
• Mulheres com nomes terminados em A
transam mais
Pesquisa diz que mulheres com nome terminado em “a” têm mais parceiros sexuais do que as outras

Se você vai ter uma filha e está escolhendo o nome dela, leia essa matéria primeiro. Mas aí vai a dica mais importante: talvez seja bom que o nome da menina não termine com a letra "a"...
Tá, mas por que isso?
A coisa é simples: uma pesquisa feita na França e publicada pela revista Time revelou que mulheres com nome terminado na vogal "a" têm mais parceiros sexuais durante a vida.
E, se você for um pai ciumento, não vai querer isso para sua filha!
De acordo com a pesquisa, mulheres com nomes terminados com outras letras têm uma média de 4,4 parceiros na vida.
Já entre as que possuem nome terminado em "a", essa média sobe - e muito.
Segundo a Time, o nome Laura, por exemplo, tem uma média de 9,7 parceiros!
Com isso chegamos a uma conclusão: Beatriz ou Caroline são algumas boas opções.
Ah, vale ressaltar que, aqui no Brasil, temos vários nomes terminados na letra "a".
Talvez mais do que em outros países...
Por que será?
Se você vai ter uma filha e está escolhendo o nome dela, leia essa matéria primeiro. Mas aí vai a dica mais importante: talvez seja bom que o nome da menina não termine com a letra "a"...
Tá, mas por que isso?
A coisa é simples: uma pesquisa feita na França e publicada pela revista Time revelou que mulheres com nome terminado na vogal "a" têm mais parceiros sexuais durante a vida.
E, se você for um pai ciumento, não vai querer isso para sua filha!
De acordo com a pesquisa, mulheres com nomes terminados com outras letras têm uma média de 4,4 parceiros na vida.
Já entre as que possuem nome terminado em "a", essa média sobe - e muito.
Segundo a Time, o nome Laura, por exemplo, tem uma média de 9,7 parceiros!
Com isso chegamos a uma conclusão: Beatriz ou Caroline são algumas boas opções.
Ah, vale ressaltar que, aqui no Brasil, temos vários nomes terminados na letra "a".
Talvez mais do que em outros países...
Por que será?
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
• Mulher pode ser demitida por ser gostosa demais
Professora foi considerada atraente demais para dar aula à molecada
Os pais de alunos de uma escola na Itália pediram para que uma professora, que era modelo e já foi miss, seja mandada embora.
A bonitona tem 28 anos e foi considerada sexy demais para dar aulas aos jovenzinhos.
A confusão toda começou depois que vídeos e fotos, bem sensuais, da professorinha foram colocados na internet.
Uma das mães explicou ao diretor da escola que a moça é muito atraente e isso provoca a distração dos alunos.
► São os pais da família Restart. Percival rulez!
Os pais de alunos de uma escola na Itália pediram para que uma professora, que era modelo e já foi miss, seja mandada embora.
A bonitona tem 28 anos e foi considerada sexy demais para dar aulas aos jovenzinhos.
A confusão toda começou depois que vídeos e fotos, bem sensuais, da professorinha foram colocados na internet.
Uma das mães explicou ao diretor da escola que a moça é muito atraente e isso provoca a distração dos alunos.
► São os pais da família Restart. Percival rulez!
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
• Profª. Cherrie responde
A professora Cherrie continua respondendo às dúvidas da galera
- Olá. Sou casado há 12 anos. Tenho uma vida sexual ativa, mas fantasiei minha mulher com outro, o que, depois de muita insistência, acabou acontecendo. Ela sai com um ex-namorado e, quando volta, fazemos amor com muito tesão. Agora estou com ciúmes, mas ela não quer mais parar. Gostaria de aprender a lidar com isso. Afinal, eu a incentivei e sinto prazer demais quando ela volta. Isto é normal? (Marco)
Olá Marco!
Olha, se eu soubesse disso antes eu teria te recomendado procurar um cara do qual ela nunca tenha tido relação, afinal, sei que tal fetiche é uma delicia, mas esse relacionamento tem um nível emocional relevante. Mesmo que você goste, existe o ciúmes, afinal o rapaz já foi namorado dela. Quando você a incentivou espero que tenha analisado os riscos e as consequências. Agora ela está à vontade com isso e você não. Cabe a você se acostumar e continuar fantasiando (afinal quem tinha esse fetiche não era ela) ou vocês dois sentarem e conversarem bastante, deixando bem transparente o que você está sentindo. Converse, dialogue! E lembre-se: camisinha sempre!
Bjs
Profª. Cherrie
- Professora Cherrie, como você conheceu o Denny? Tem alguma coisa a haver com sexo? rs. (Anônima)
Eu conheci o Denny pelo blog dele. Como eu tenho alguma experiência no negócio, \o/ a gente sempre conversou sobre isso, sempre trocamos ideias e entre outras coisas preparamos esta coluna. Nós somos amigos, não tivemos nenhuma relação (ainda... HAHAHA) Se rolar eu conto pra vocês! A propósito queria agradecê-lo pelo convite, espero que todos aprendam e se divirtam. Continuem escrevendo! E pratiquem sexo seguro galera!
Bjs
Profª. Cherrie
► Para mandar suas perguntas, utilize o e-mail (odennytadoido@gmail.com), que eu renvio à ela ou o Formspring. O importante é que participem, ok?
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