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sábado, 8 de junho de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
• O Experimento da Obediência
De Stanley Milgram
Imagine que você é voluntario para um experimento científico. Quando você chega ao laboratório descobre que os pesquisadores querem que você mate uma pessoa. Você protesta, mas os cientistas são categóricos “O experimento requer que você faça isso”. Você concordaria e mataria a pessoa?
Quando perguntados sobre o que fariam em uma situação semelhante quase todos respondem prontamente que obviamente se recusariam a cometer o assassinato. Mas o famoso Experimento da Obediência de Stanley Milgram, conduzido na universidade de Yale na década de 60, revelou que essas pessoas estão erradas. Se o pedido for feito de maneira adequada, quase todos nós cederíamos e nos tornaríamos assassinos obedientes.
Milgram disse aos voluntários que eles faziam parte de um experimento para determinar o efeito da punição no aprendizado. Um dos voluntários (que era na verdade um ator em cooperação com Milgram) faria o papel do Aprendiz e tentaria memorizar uma série de palavras. Os outros voluntários (os voluntários reais) acompanhariam a leitura com um gabarito e dariam uma descarga elétrica no argüido a cada vez que ele errasse. A cada resposta errada os choques aumentavam 15 volts de potência.
O experimento começava. O aprendiz errava propositalmente e logo a potência do choque chegava a 120 volts. Nessa altura o aprendiz começava a chorar e a reclamar da dor. Em 150 volts o aprendiz começava a gritar de dor e a implorar pra que o deixassem sair. É claro que era tudo atuação, mas os voluntários, que nada sabiam, começaram a hesitar e perguntaram aos pesquisadores o que deveriam fazer. A resposta era sempre a mesma “O experimento requer que você continue”.
Milgram não tinha nenhum interesse nos efeitos da punição no aprendizado. O que ele queria na verdade era saber quanto tempo as pessoas demorariam para se recusar a apertar o botão de choque. Será que permaneceriam obedientes à autoridade dos pesquisadores a ponto de matar alguém?
Para a surpresa de Milgram, mesmo podendo ouvir os gritos agonizantes do aprendiz que vinha da sala ao lado, dois terços dos voluntários continuaram a pressionar o botão até atingir a potência máxima de 450 volts, quando o aprendiz caiu em um silencio assustador, aparentemente morto.
Alguns dos voluntários tremiam e suavam, enquanto alguns riam histericamente, mas continuaram a apertar o botão. Mais perturbador ainda: quando os voluntários não podiam ver nem ouvir o aprendiz a cooperação era de quase 100%. O que os olhos não vêem o coração não sente, afinal.
Posteriormente Milgram comentou “Eu diria, com base em milhares de pessoas que observei durante os experimentos e na minha própria intuição, que se um sistema de campos de extermínio como os da Alemanha nazista fosse implantando nos Estados Unidos, seria possível encontrar trabalhadores e encarregados pelo seu funcionamento em qualquer cidade de médio porte do país”.
► Dancem macacos, dancem
Imagine que você é voluntario para um experimento científico. Quando você chega ao laboratório descobre que os pesquisadores querem que você mate uma pessoa. Você protesta, mas os cientistas são categóricos “O experimento requer que você faça isso”. Você concordaria e mataria a pessoa?
Quando perguntados sobre o que fariam em uma situação semelhante quase todos respondem prontamente que obviamente se recusariam a cometer o assassinato. Mas o famoso Experimento da Obediência de Stanley Milgram, conduzido na universidade de Yale na década de 60, revelou que essas pessoas estão erradas. Se o pedido for feito de maneira adequada, quase todos nós cederíamos e nos tornaríamos assassinos obedientes.
Milgram disse aos voluntários que eles faziam parte de um experimento para determinar o efeito da punição no aprendizado. Um dos voluntários (que era na verdade um ator em cooperação com Milgram) faria o papel do Aprendiz e tentaria memorizar uma série de palavras. Os outros voluntários (os voluntários reais) acompanhariam a leitura com um gabarito e dariam uma descarga elétrica no argüido a cada vez que ele errasse. A cada resposta errada os choques aumentavam 15 volts de potência.
O experimento começava. O aprendiz errava propositalmente e logo a potência do choque chegava a 120 volts. Nessa altura o aprendiz começava a chorar e a reclamar da dor. Em 150 volts o aprendiz começava a gritar de dor e a implorar pra que o deixassem sair. É claro que era tudo atuação, mas os voluntários, que nada sabiam, começaram a hesitar e perguntaram aos pesquisadores o que deveriam fazer. A resposta era sempre a mesma “O experimento requer que você continue”.
Milgram não tinha nenhum interesse nos efeitos da punição no aprendizado. O que ele queria na verdade era saber quanto tempo as pessoas demorariam para se recusar a apertar o botão de choque. Será que permaneceriam obedientes à autoridade dos pesquisadores a ponto de matar alguém?
Para a surpresa de Milgram, mesmo podendo ouvir os gritos agonizantes do aprendiz que vinha da sala ao lado, dois terços dos voluntários continuaram a pressionar o botão até atingir a potência máxima de 450 volts, quando o aprendiz caiu em um silencio assustador, aparentemente morto.
Alguns dos voluntários tremiam e suavam, enquanto alguns riam histericamente, mas continuaram a apertar o botão. Mais perturbador ainda: quando os voluntários não podiam ver nem ouvir o aprendiz a cooperação era de quase 100%. O que os olhos não vêem o coração não sente, afinal.
Posteriormente Milgram comentou “Eu diria, com base em milhares de pessoas que observei durante os experimentos e na minha própria intuição, que se um sistema de campos de extermínio como os da Alemanha nazista fosse implantando nos Estados Unidos, seria possível encontrar trabalhadores e encarregados pelo seu funcionamento em qualquer cidade de médio porte do país”.
► Dancem macacos, dancem
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
• Bem Bolete
Quando um comercial é bem bolado, merece ser compartilhado:
► Vc tb tava esperando uma rima com "boquete", né?
► Vc tb tava esperando uma rima com "boquete", né?
domingo, 2 de dezembro de 2012
• Doe um fone para um funkeiro
Situações semelhantes vêm se tornando comuns no Brasil e autoridades já se preparam para tomar providências
Político do partido HBS prevê projeto de lei onde obrigaria a todos os desrespeitosos a cumprirem penas alternativas como aprender a tocar todas as 9 Sinfonias de Beethoven no saxofone, dentre outras mais brandas.
Parece que a campanha Doe um Fone a um Funkeiro não vêm surtindo efeito. O mais novo caso, aconteceu nesta quarta-feira (04) na cidade do Rio de Janeiro quando um 'funkeiro' entrou no ônibus que ia para o bairro de Vista Alegre, subúrbio do Rio, com um celular acoplado a uma caixa de som de 20 polegadas. Os passageiros foram obrigados a escutar a música em máximo volume durante mais ou menos 30 minutos, até que o primeiro passageiro entrou em estado de choque e saltou pela janela com o veículo ainda em movimento. A atitude do homem em desespero desencadeou o pânico geral e logo foi seguido pelos demais viajantes.
Relatos dos passageiros
Antônio Gomes (primeiro a saltar pela janela):
- Antes mesmo daquele jovem entrar no ônibus já podíamos ouvir a música tocando do lado de fora, logo ele entrou e passamos muito tempo suportando calados, mas chegou uma hora que me pareceu a música ter travado e ficava repetindo: " VOCÊ, VOCÊ, VOCÊ, VOCÊ, VOCÊ, VOCÊ..." sucessivamente. Eu já estava ficando louco com aquilo e decidi pular pela janela. Graças a Deus tudo ficou bem comigo e com os outros passageiros, mas isso é um absurdo e deveria ser proibido.
Testemunha que não quis se identificar:
- Eu sou fumante e não faço uso do meu cigarro dentro do ônibus, primeiro porque é proibido e segundo porque eu sei que incomoda, mas parece que existem pessoas que não nasceram com essa percepção e não se preocupam com o bem estar alheio. Se eu fosse polícia e visse um cara desses sem fone no ouvido era tiro em cima.
Autoridades já se mostram prontas para conter esse tipo de ato deselegante e prometem iniciar o incentivo à campanha Doe um fone a um Funkeiro.
Repercussão na política
O jovem causador de todo o tumulto ainda não foi identificado.
► Eu apoio esta campanha!
sábado, 1 de dezembro de 2012
• O que é grandeza?
Campanha da Nike quer valorizar a grandeza que cada pessoa traz consigo
Faz tempo que a gente fala que Deus é brasileiro.
E que não é a gente que traça o nosso destino.
A real é que grandeza não é um presente que cai no colo.
Porque grandeza não vem de cima.
Vem do nosso esforço.
Do nosso suor.
E da nossa vontade de ir atrás dela.
► Encontre a sua.
Faz tempo que a gente fala que Deus é brasileiro.
E que não é a gente que traça o nosso destino.
A real é que grandeza não é um presente que cai no colo.
Porque grandeza não vem de cima.
Vem do nosso esforço.
Do nosso suor.
E da nossa vontade de ir atrás dela.
► Encontre a sua.
sábado, 13 de outubro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
• Vida Louca
Loura morta em assalto a restaurante da Tijuca já foi garota de programa
Herculano Barreto Filho (Jornal Extra)
As múltiplas personalidades de Ivone Fernandes de Mendonça não se limitavam à cor dos cabelos. Gaúcha, como ficou conhecida no crime, trabalhou como servente de pedreiro, ganhou a vida como garota de programa, foi mãe de família, estelionatária, presidiária em reabilitação e morreu como bandida, com uma arma na mão e disposição para atirar. — Todos os dados cadastrais dela eram falsos. Isso dificultava a localização dela. Ao longo do tempo, ela foi se profissionalizando no mundo do crime. Era ardilosa, sedutora e demonstrava frieza na hora de agir — disse o delegado Ruchester Marreiros Barbosa, da 18ª DP (Praça da Bandeira), que investiga a tentativa de assalto a um restaurante na Tijuca, nesta segunda-feira. Até o local de nascimento passa uma impressão equivocada sobre suas origens. Nasceu em Tubarão, em Santa Catarina, há 34 anos. Mas de catarinense tinha apenas a identidade. A filha mais velha do serralheiro Jorge Ribeiro Mendonça e da dona de casa Marta Fernandes Mendonça foi criada numa casa simples em Viamão, região metropolitana de Porto Alegre.

Gaúcha era sedutora e carismática
Ela teve infância pobre, vivida numa rua de chão batido e calçada de grama na Vila Elza, divisa com Alvorada, um dos municípios mais violentos do Rio Grande do Sul. Lá, casinhas com portões enferrujados parecem proteger só a roupa no varal, com cães vira-latas latindo com a aproximação de quem passa pela rua, quase sem carros. No casebre onde Gaúcha foi criada, o portão é de madeira. Na Escola Estadual Nisia Floresta, próximo à casa onde ainda moram a mãe, o irmão e a filha de 16 anos da criminosa, a lembrança da aluna magra e estudiosa agora serve apenas de contraponto ao seu trágico destino.

A criminosa foi criada num casebre humilde em Viamão, região metropolitana de Porto Alegre. Na casa, moram a mãe, o irmão e a filha dela
— Era uma guria alegre. Todo mundo por aqui ficou surpreso — comentou o diretor Renato Maciel, ex-professor da criminosa, que parou de estudar até a 5ª série. Ainda adolescente, deixou a casa dos pais para ganhar o mundo. Acabou como garota de programa numa boate em Capão da Canoa, litoral gaúcho. Mas a trajetória de prostituta não durou muito. Gaúcha deixou o prostíbulo após conhecer Volmer Rodrigues dos Santos, segurança de casas de veranistas, alvo fácil de assaltantes no inverno. Volmer largou a mulher e quatro filhos pequenos para ficar com ela. O casal tinha hábitos curiosos. Gaúcha usava botas, roupa camuflada e saía com o marido, interrogando as pessoas.

Escola onde Ivone estudou até a 5ª série
— Ela dizia que era detetive. Fantasiava com isso. Era alegre, gostava de conversar e de aproveitar a vida — lembra o corretor de imóveis Lourival Schmitt Dicksen, de 62 anos. Deixou a cidade com o marido e uma filha pequena, sem que ninguém soubesse o destino. Aos 25 anos, foi presa por estelionato e receptação. Depois de solta, tentou levar uma nova vida no Rio. Mas foi, novamente, atraída para o mundo do crime. E quando voltou a Viamão para visitar a família, no fim do ano passado, apareceu com roupas de grife e boa aparência. Bem diferente daquela garota que trabalhou até como servente de pedreiro para ajudar no sustento de sua família.

Com os cabelos pretos, Gaúcha aparece na foto com o namorado Play
Gaúcha e Play, estilo Bonnie e Clyde tupiniquim
Quando participava de um roubo, os movimentos de Gaúcha eram naturais, como se não houvesse tensão em apontar uma arma para quem quer que fosse. Durante a tentativa de assalto ao restaurante da Tijuca, na segunda-feira, a bandida manteve a mesma frieza demonstrada em outros crimes quando foi abordada por um dos policiais militares que impediram o crime. — Você tem identidade? — perguntou o policial. — Tenho duas — respondeu Gaúcha, enquanto puxava uma arma da bolsa, sem qualquer tipo de hesitação. O PM ficou sem reação. Só escapou da morte porque um colega percebeu que a criminosa iria atirar e a baleou.
Ivone Fernandes de Mendonça, a loura morta na tentativa de assalto ao restaurante da Tijuca, cantou no Festival da Canção, quando ainda estava presa
Gaúcha reeditou uma versão própria, contemporânea e tupiniquim de Bonnie e Clyde, casal de criminosos que aterrorizou os Estados Unidos na década de 30. — Ela teve um relacionamento com um cara certinho, que gostava dela. Só que ela tinha atração por bandido — lembra José Júnior, coordenador do AfroReggae, onde Gaúcha trabalhou como recepcionista, após ser beneficiada pelo regime semiaberto. Gilberto Nascimento da Silva, o Play, de 36 anos, seu companheiro há 5 anos, foi seu parceiro em pelo menos dois roubos. No celular de Gaúcha, a polícia encontrou fotos do casal num jet-ski e mensagens de amor do casal bandido.

Gaúcha e Play estavam juntos há 5 anos e eram cúmplices nos crimes
OS FATOS
O começo no crime - Em julho de 2002, aos 24 anos, foi indiciada por estelionato e receptação ao ser encontrada com talões roubados em Porto Alegre. Em dezembro, tentou abastecer o carro com um cheque roubado. Em janeiro de 2003, foi presa no Aeroporto Salgado Filho enquanto tentava comprar biscoitos, salame, garrafas de vinho e licor com cheque roubado. Briga na prisão - Naquele mesmo ano, Gaúcha foi presa por estelionato e receptação enquanto tentava comprar dois pacotes de fraldas descartáveis e uma camisa numa farmácia. Dois meses depois, se envolveu numa briga no presídio feminino. Rolling Stones - Saiu de Porto Alegre e tentou recomeçar a vida no Rio, em 2006, sob o pretexto de assistir ao show dos Rolling Stones em Copacabana. Mais uma vez, foi seduzida pela vida do crime e acabou presa, em novembro.

Gaúcha deixou para trás uma bolsa com identidade falsa, durante fuga por buraco do ar-condicionado, após roubo às Lojas Americanas, em Botafogo
Baleada em roubo - Na ocasião, Gaúcha atirou na dona de uma pizzaria, em Botafogo, para roubar o seu carro. Nem a chegada de um policial a intimidou. Ela rendeu um motociclista para fugir e baleou o PM. Ele revidou e ela foi atingida na perna, antes de ser rendida e presa. Baleada na perna - Em vídeo feito pela ONG AfroReggae, onde trabalhou como recepcionista por um ano, Gaúcha disse que cometeu o crime por causa do vício em crack. Onda - Segundo a polícia, Gaúcha teve participação confirmada em seis roubos a estabelecimentos comerciais.
► Loura na Vida Loca - Aguardem, em breve em livro, filme e dvd.
Herculano Barreto Filho (Jornal Extra)
As múltiplas personalidades de Ivone Fernandes de Mendonça não se limitavam à cor dos cabelos. Gaúcha, como ficou conhecida no crime, trabalhou como servente de pedreiro, ganhou a vida como garota de programa, foi mãe de família, estelionatária, presidiária em reabilitação e morreu como bandida, com uma arma na mão e disposição para atirar. — Todos os dados cadastrais dela eram falsos. Isso dificultava a localização dela. Ao longo do tempo, ela foi se profissionalizando no mundo do crime. Era ardilosa, sedutora e demonstrava frieza na hora de agir — disse o delegado Ruchester Marreiros Barbosa, da 18ª DP (Praça da Bandeira), que investiga a tentativa de assalto a um restaurante na Tijuca, nesta segunda-feira. Até o local de nascimento passa uma impressão equivocada sobre suas origens. Nasceu em Tubarão, em Santa Catarina, há 34 anos. Mas de catarinense tinha apenas a identidade. A filha mais velha do serralheiro Jorge Ribeiro Mendonça e da dona de casa Marta Fernandes Mendonça foi criada numa casa simples em Viamão, região metropolitana de Porto Alegre.
Gaúcha era sedutora e carismática
Ela teve infância pobre, vivida numa rua de chão batido e calçada de grama na Vila Elza, divisa com Alvorada, um dos municípios mais violentos do Rio Grande do Sul. Lá, casinhas com portões enferrujados parecem proteger só a roupa no varal, com cães vira-latas latindo com a aproximação de quem passa pela rua, quase sem carros. No casebre onde Gaúcha foi criada, o portão é de madeira. Na Escola Estadual Nisia Floresta, próximo à casa onde ainda moram a mãe, o irmão e a filha de 16 anos da criminosa, a lembrança da aluna magra e estudiosa agora serve apenas de contraponto ao seu trágico destino.
A criminosa foi criada num casebre humilde em Viamão, região metropolitana de Porto Alegre. Na casa, moram a mãe, o irmão e a filha dela
— Era uma guria alegre. Todo mundo por aqui ficou surpreso — comentou o diretor Renato Maciel, ex-professor da criminosa, que parou de estudar até a 5ª série. Ainda adolescente, deixou a casa dos pais para ganhar o mundo. Acabou como garota de programa numa boate em Capão da Canoa, litoral gaúcho. Mas a trajetória de prostituta não durou muito. Gaúcha deixou o prostíbulo após conhecer Volmer Rodrigues dos Santos, segurança de casas de veranistas, alvo fácil de assaltantes no inverno. Volmer largou a mulher e quatro filhos pequenos para ficar com ela. O casal tinha hábitos curiosos. Gaúcha usava botas, roupa camuflada e saía com o marido, interrogando as pessoas.
Escola onde Ivone estudou até a 5ª série
— Ela dizia que era detetive. Fantasiava com isso. Era alegre, gostava de conversar e de aproveitar a vida — lembra o corretor de imóveis Lourival Schmitt Dicksen, de 62 anos. Deixou a cidade com o marido e uma filha pequena, sem que ninguém soubesse o destino. Aos 25 anos, foi presa por estelionato e receptação. Depois de solta, tentou levar uma nova vida no Rio. Mas foi, novamente, atraída para o mundo do crime. E quando voltou a Viamão para visitar a família, no fim do ano passado, apareceu com roupas de grife e boa aparência. Bem diferente daquela garota que trabalhou até como servente de pedreiro para ajudar no sustento de sua família.
Com os cabelos pretos, Gaúcha aparece na foto com o namorado Play
Gaúcha e Play, estilo Bonnie e Clyde tupiniquim
Quando participava de um roubo, os movimentos de Gaúcha eram naturais, como se não houvesse tensão em apontar uma arma para quem quer que fosse. Durante a tentativa de assalto ao restaurante da Tijuca, na segunda-feira, a bandida manteve a mesma frieza demonstrada em outros crimes quando foi abordada por um dos policiais militares que impediram o crime. — Você tem identidade? — perguntou o policial. — Tenho duas — respondeu Gaúcha, enquanto puxava uma arma da bolsa, sem qualquer tipo de hesitação. O PM ficou sem reação. Só escapou da morte porque um colega percebeu que a criminosa iria atirar e a baleou.
Gaúcha reeditou uma versão própria, contemporânea e tupiniquim de Bonnie e Clyde, casal de criminosos que aterrorizou os Estados Unidos na década de 30. — Ela teve um relacionamento com um cara certinho, que gostava dela. Só que ela tinha atração por bandido — lembra José Júnior, coordenador do AfroReggae, onde Gaúcha trabalhou como recepcionista, após ser beneficiada pelo regime semiaberto. Gilberto Nascimento da Silva, o Play, de 36 anos, seu companheiro há 5 anos, foi seu parceiro em pelo menos dois roubos. No celular de Gaúcha, a polícia encontrou fotos do casal num jet-ski e mensagens de amor do casal bandido.
Gaúcha e Play estavam juntos há 5 anos e eram cúmplices nos crimes
OS FATOS
O começo no crime - Em julho de 2002, aos 24 anos, foi indiciada por estelionato e receptação ao ser encontrada com talões roubados em Porto Alegre. Em dezembro, tentou abastecer o carro com um cheque roubado. Em janeiro de 2003, foi presa no Aeroporto Salgado Filho enquanto tentava comprar biscoitos, salame, garrafas de vinho e licor com cheque roubado. Briga na prisão - Naquele mesmo ano, Gaúcha foi presa por estelionato e receptação enquanto tentava comprar dois pacotes de fraldas descartáveis e uma camisa numa farmácia. Dois meses depois, se envolveu numa briga no presídio feminino. Rolling Stones - Saiu de Porto Alegre e tentou recomeçar a vida no Rio, em 2006, sob o pretexto de assistir ao show dos Rolling Stones em Copacabana. Mais uma vez, foi seduzida pela vida do crime e acabou presa, em novembro.
Gaúcha deixou para trás uma bolsa com identidade falsa, durante fuga por buraco do ar-condicionado, após roubo às Lojas Americanas, em Botafogo
Baleada em roubo - Na ocasião, Gaúcha atirou na dona de uma pizzaria, em Botafogo, para roubar o seu carro. Nem a chegada de um policial a intimidou. Ela rendeu um motociclista para fugir e baleou o PM. Ele revidou e ela foi atingida na perna, antes de ser rendida e presa. Baleada na perna - Em vídeo feito pela ONG AfroReggae, onde trabalhou como recepcionista por um ano, Gaúcha disse que cometeu o crime por causa do vício em crack. Onda - Segundo a polícia, Gaúcha teve participação confirmada em seis roubos a estabelecimentos comerciais.
► Loura na Vida Loca - Aguardem, em breve em livro, filme e dvd.
domingo, 25 de dezembro de 2011
• O último desejo
Se o mundo fosse acabar, qual seria o seu último desejo?
No comercial, o inglês pediu duas modelos brasileiras.
► Eu pediria a mesma coisa. =)
No comercial, o inglês pediu duas modelos brasileiras.
► Eu pediria a mesma coisa. =)
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domingo, 18 de dezembro de 2011
• A diferença entre homens, mulheres e gays
► Essa é clássica! kkkk
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sábado, 10 de dezembro de 2011
• O segredo do sucesso
Veja Por Que O Homem Se Torna Irresistível Quando Arruma Namorada
O homem passa anos solteiros, tenta conquistar diversas mulheres mas nenhum dá bola para ele. Então, ele finalmente encontra uma parceira. De repente, as mulheres começam a se interessar por ele, no momento comprometido. Esta situação é enfrentada por boa parte do público masculino. O site Ask Men listou as razões que fazem as mulheres se interessar mais pelos homens comprometidos; confira a seguir.
As mulheres querem o que está mais difícil
Na história religiosa, a mulher comeu a maçã proibida, mesmo sendo aconselhada a não tomar tal atitude. A teoria se aplica no interesse delas pelos homens: o que está fora do alcance se torna mais atraente. A segurança que um homem capaz de cultivar um relacionamento sério passa, conquista o público feminino.
Elas ouvem coisas boas sobre os comprometidos
O que as pessoas falam pode ter influência no despertar do interesse de uma mulher por um homem. Quando a parceira exalta as qualidades do namorado, por exemplo, pode estar criando motivos para que outras mulheres se sintam atraídas por ele.
Elas pensam que os homens não têm segundas intenções
As mulheres acreditam que quando um homem está em um relacionamento, não usa as mulheres para um fim apenas, se envolvem sentimentalmente e se preocupam com o bem estar da parceira. É como se o homem deixasse de ser egoísta e de pensar somente em sexo por ser comprometido.
Mulheres querem o o que é popular
Elas querem o que outras mulheres têm. O simples fato de um cara ser favorito é motivo para se interessar. Quando ele é comprometido, significa que foi procurado, testado e aprovado como namorado por outra mulher, portanto ele atrai os olhares do público feminino.
As mulheres querem um impulso do ego
Homem ou mulher, o impulso no ego é a confirmação de que você está com tudo em cima. Por exemplo, se um homem arrisca todo o relacionamento, sem se preocupar, por uma noite com outra mulher, esta outra se sentirá o máximo. Ela fará de tudo para se sobressair em relação à namorada do homem.
Elas acreditam que eles tenham qualidades
Para entender como as mulheres pensam em relação aos homens comprometidos, basta comparar esta relação com a forma como os homens pensam sobre estacionamentos. Os que estão mais próximos do estabelecimento – portanto, os melhores – serão ocupados mais rapidamente. Quanto mais longe for o local para estacionar – os piores – mais fácil será de encontrar vagas. A comparação se aplica aos homens. Para as mulheres, o homem comprometido é melhor do que o solteiro, em questão de qualidades.
As mulheres gostam de um desafio
Homens comprometidos são mais difíceis de conquistar. Para começar, provavelmente eles estão contentes com a atual namorada e não muito interessados em colocar em jogo a relação. A dificuldade não inibe as mulheres, pelo contrário, as instiga a querer ainda mais aquele homem. Elas farão de tudo para conquistá-lo.
Mulheres querem tomar o que é da outra
Algumas estão em busca de vingança, outras fazem isso como um esporte para ver se elas “podem tirá-lo da outra”, seja qual for o custo emocional. Elas investem na conquista e quando conseguem atenção, fazem o possível para que abandone a parceira.
Homens comprometidos são mais confiantes
Da próxima vez que sair, dê uma olhada ao redor. Os caras mais confiantes não são aqueles que gastam tudo o que têm na carteira com bebidas alcoólicas. O homem mais confiante é o que está abraçado a uma mulher, possivelmente, a namorada dele. A situação do homem comprometido prova que ele é bem sucedido, inteligente e encantador. Além disso, mostra que ele é romântico o suficiente para fazer uma mulher se apaixonar.
► Por isso, quando for à caça, arrume uma aliança. #ficadica
O homem passa anos solteiros, tenta conquistar diversas mulheres mas nenhum dá bola para ele. Então, ele finalmente encontra uma parceira. De repente, as mulheres começam a se interessar por ele, no momento comprometido. Esta situação é enfrentada por boa parte do público masculino. O site Ask Men listou as razões que fazem as mulheres se interessar mais pelos homens comprometidos; confira a seguir.
As mulheres querem o que está mais difícil
Na história religiosa, a mulher comeu a maçã proibida, mesmo sendo aconselhada a não tomar tal atitude. A teoria se aplica no interesse delas pelos homens: o que está fora do alcance se torna mais atraente. A segurança que um homem capaz de cultivar um relacionamento sério passa, conquista o público feminino.
Elas ouvem coisas boas sobre os comprometidos
O que as pessoas falam pode ter influência no despertar do interesse de uma mulher por um homem. Quando a parceira exalta as qualidades do namorado, por exemplo, pode estar criando motivos para que outras mulheres se sintam atraídas por ele.
Elas pensam que os homens não têm segundas intenções
As mulheres acreditam que quando um homem está em um relacionamento, não usa as mulheres para um fim apenas, se envolvem sentimentalmente e se preocupam com o bem estar da parceira. É como se o homem deixasse de ser egoísta e de pensar somente em sexo por ser comprometido.
Mulheres querem o o que é popular
Elas querem o que outras mulheres têm. O simples fato de um cara ser favorito é motivo para se interessar. Quando ele é comprometido, significa que foi procurado, testado e aprovado como namorado por outra mulher, portanto ele atrai os olhares do público feminino.
As mulheres querem um impulso do ego
Homem ou mulher, o impulso no ego é a confirmação de que você está com tudo em cima. Por exemplo, se um homem arrisca todo o relacionamento, sem se preocupar, por uma noite com outra mulher, esta outra se sentirá o máximo. Ela fará de tudo para se sobressair em relação à namorada do homem.
Elas acreditam que eles tenham qualidades
Para entender como as mulheres pensam em relação aos homens comprometidos, basta comparar esta relação com a forma como os homens pensam sobre estacionamentos. Os que estão mais próximos do estabelecimento – portanto, os melhores – serão ocupados mais rapidamente. Quanto mais longe for o local para estacionar – os piores – mais fácil será de encontrar vagas. A comparação se aplica aos homens. Para as mulheres, o homem comprometido é melhor do que o solteiro, em questão de qualidades.
As mulheres gostam de um desafio
Homens comprometidos são mais difíceis de conquistar. Para começar, provavelmente eles estão contentes com a atual namorada e não muito interessados em colocar em jogo a relação. A dificuldade não inibe as mulheres, pelo contrário, as instiga a querer ainda mais aquele homem. Elas farão de tudo para conquistá-lo.
Mulheres querem tomar o que é da outra
Algumas estão em busca de vingança, outras fazem isso como um esporte para ver se elas “podem tirá-lo da outra”, seja qual for o custo emocional. Elas investem na conquista e quando conseguem atenção, fazem o possível para que abandone a parceira.
Homens comprometidos são mais confiantes
Da próxima vez que sair, dê uma olhada ao redor. Os caras mais confiantes não são aqueles que gastam tudo o que têm na carteira com bebidas alcoólicas. O homem mais confiante é o que está abraçado a uma mulher, possivelmente, a namorada dele. A situação do homem comprometido prova que ele é bem sucedido, inteligente e encantador. Além disso, mostra que ele é romântico o suficiente para fazer uma mulher se apaixonar.
► Por isso, quando for à caça, arrume uma aliança. #ficadica
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
• A namorada do CR7
Irina é embaixadora da grife desde 2007, muito antes dela aparecer na mídia como namorada de CR7
A namorada de Cristiano Ronaldo, Irina Shayk, protagonizou um comercial bem animadinho para a marca de lingerie italiana Intimissimi. A modelo aparece em clima natalino e com roupas íntimas ‘desejando um Feliz Natal’.
► Pelo menos nisso ele ganha do Messi...
A namorada de Cristiano Ronaldo, Irina Shayk, protagonizou um comercial bem animadinho para a marca de lingerie italiana Intimissimi. A modelo aparece em clima natalino e com roupas íntimas ‘desejando um Feliz Natal’.
► Pelo menos nisso ele ganha do Messi...
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
• Ainda existem pessoas assim. Acredite.
Não vou falar nada, apenas veja:










► Tem coisa que você só vê na Zona.
► Tem coisa que você só vê na Zona.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
• Como se dar bem na internet
Quer se dar bem na internet? Confira 20 dicas para paquerar nas redes sociais
1. Escolha uma boa foto, em que, de preferência você esteja só e demonstre seus atributos: sorriso conquistador, olhar penetrante, pose simpática e cara de quem foi clicado quase sem querer. E troque a imagem de tempos em tempos, para dar a sensação de que seu perfil é dinâmico, assim como você. Sem foto, as chances de alguém te cantar ou responder a uma investida despencam.
2. Nas fotos secundárias ou de álbuns, é preciso avaliar a imagem que você quer passar para quem não te conhece. Por mais que você esteja bem, foto com famoso pode ser um mico daqueles.
3. Para os homens, foto com mulheres exuberantes pode causar inveja nos amigos, mas certamente provocará desconfiança nas mulheres. O inverso também vale. Portanto, escolha bem as fotos que você aparece com outras pessoas. Se elas sequer são importantes para você, melhor não colocar sua paquera em risco à toa.
4. Dê informação verdadeira sobre suas preferências. Não tente passar a impressão de que você gosta de música erudita ou literatura por imaginar que isso irá impressionar. O efeito disso é sempre o contrário do esperado.
5. Na ficha do perfil, só preencha os dados que são interessantes mostrar. Diminutivos podem dar a impressão de alguém frágil e apelidos, de quem não vai levar a coisa a sério. Não se sinta obrigado a ter uma ideia genial para se descrever; mas se ela vier, melhor. Se você não lembra qual é sua série de TV preferida, não pegue a primeira que aparecer. Não vale a pena dizer que gosta de Woody Allen se depois você tiver de fazer uma maratona de cinema em casa para responder a um simples xaveco.
6. A internet oferece duas opções: gente que você conhece, mesmo que superficialmente, e gente que você nunca viu na vida. Se seu alvo é alguém que você conhece ao menos um pouquinho, você tem mais tempo para mostrar interesse. Comece comentando a foto da pessoa ou retuitando algo que ela postou. Não precisa ser todo dia, mas indique para a pessoa que você está acompanhando o perfil dela. Se a troca de mensagens não rolar naturalmente, aproveite uma foto de viagem ou algum lugar onde o pretendente diz ter ido para puxar a conversa.
7. Evite polêmica. Se seu time perdeu para a pessoa que você tem interesse, não queira discutir a idoneidade do juiz com seu pretendente –a não ser que você tenha um ótimo senso de humor para desarmar qualquer torcedor afoito.
8. Estude o alvo. Aproveite o que a rede social tem de bom: veja quem são os amigos ou seguidores, o que o pretendente gosta de fotografar ou o que escreve no perfil. Entrar para um mesmo grupo de discussão pode permitir que você avalie se a pessoa fala muita bobagem, se é agressiva etc..
9. Conte com os amigos em comum. Assim como na vida real, eles são uma ótima ponte para formar novos casais. Navegue pela lista da pessoa que você conhece e, com ela, investigue detalhes que são importantes para você.
10. Seja incisivo. Se o plano é abordar alguém que você não conhece, Fabiano Rampazzo, autor de livros de paquera, recomenda um ataque acachapante. “Seja oportuno e incisivo, para que a pessoa queira saber mais sobre você naquele mesmo instante”. Ou seja: ou simples “oi” tem muito mais chances de ser categoricamente ignorado. Se você é a parte interessada, aja, não espere que o xavecado responda tomando a iniciativa.
11. Sinta-se único, mas desconfie. Se você recebeu uma cantada, pare e pense. “Tem sempre aquele cara que canta dez ao mesmo tempo e, quando recebe a resposta, nem lembra de quem foi. Por isso, vale conhecer um pouco de quem mandou o recado antes de responder”, recomenda a psicóloga Luciana Ruffo.
12. Se interessou, não deixe o tempo correr: depois de alguns dias de conversa, saia do computador e encontre o paquera fisicamente para um cinema ou um café – de preferência em um local movimentado, com algum amigo por perto e durante o dia. A internet pode parecer um ambiente mais protegido, mas boa mesmo é a vida real.
O QUE NÃO FAZER
1. Jamais coloque uma foto sensual pensando em atrair um paquera. A não ser que o objetivo seja apenas sexo, fotos embaraçosas ou apelativas podem ter efeito diverso daquele que você procura. "Quanto mais você se expõe, mais chances tem de encontrar pessoas mal-intencionadas", diz a psicóloga Luciana Ruffo.
2. Esqueça, também, aquela foto de identificação na rede com seu labrador, como se fosse ele o dono do perfil e você só fizesse figuração. Tampouco adicione como foto principal sua imagem abraçada com seu primo, tio ou conhecido, mesmo que nela você esteja em seu melhor ângulo e com a melhor roupa.
3. Não destrua seu amor próprio online. É difícil dizer isso, mas ninguém gosta de quem não gosta de si próprio, mesmo que seja em um "post". Auto-ironia e algum sarcasmo podem funcionar bem, mas esqueça frases como "Estou muito carente" ou "Estou de bem com a vida" –que, segundo Daniela Mantegari e José António Ramalho, autores de "Amar.com", estão entre as mais repetidas nas redes.
4. Não seja apenas mais um. Avalie se vale a pena paquerar quem tem amigos demais. Não que seja proibido, mas quem é tão popular não consegue dar atenção individual. "Se a pessoa tem 2.500 amigos, parece que aceitou todo mundo que apareceu. Como chamar a atenção desse alguém, que tem tanta gente para coordenar?", pergunta Fabiano Rampazzo, autor de "Xaveco Pontocom".
5. Por outro lado, se você é o colecionador de amigos, também tome cuidado. A pessoa que você paquera, ao entrar no seu perfil, pode achar que você a cantou, assim como faz com as centenas de pessoas que estão lá. Afinal, é de se estranhar uma pessoa que tenha tantos amigos, de verdade. Ter uma lista pequena também não é obrigatoriamente um bom sinal. "Os extremos não são necessariamente maus. Mas, onde se foge do padrão, é preciso atenção", diz Luciana.
6. Não se deixe enganar. Os perfis falsos ainda existem –e aos montes. Por isso, é preciso atenção também ao receber uma cantada. “Atrás deles, qualquer baranguinha vira gata e o príncipe encantado pode ser um Shrek", diz Rampazzo. Às vezes, o efeito de uma cantada no ego ou a pressa em corresponder o interesse nublam nossa noção básica de perigo. Mas não desligue o radar: veja se o xavequeiro tem fotos reais, com amigos e família, se troca conversas com conhecidos e se deixa pistas sobre o que faz ou onde estudou. Outra estratégia fatal é a webcam; se estiver desconfiado, convide para um "cara a cara à distância".
7. Não ligue sua metralhadora xavequeira. A internet deixa rastros. Se você copiou e colou uma frase que acha genial para paquerar, não saia repetindo-a em qualquer perfil que encontrar pela frente. Não se sentir único costuma minguar qualquer paquera.
8. Cuidado com dados pessoais. Se seu perfil é aberto, não use o foursquare (aplicativo que mostra a sua localização) sempre que se movimentar, mesmo que esteja em um lugar bacana e queira se exibir para o pretendente.
► Curtiu? Boa sorte.
O QUE FAZER
1. Escolha uma boa foto, em que, de preferência você esteja só e demonstre seus atributos: sorriso conquistador, olhar penetrante, pose simpática e cara de quem foi clicado quase sem querer. E troque a imagem de tempos em tempos, para dar a sensação de que seu perfil é dinâmico, assim como você. Sem foto, as chances de alguém te cantar ou responder a uma investida despencam.
2. Nas fotos secundárias ou de álbuns, é preciso avaliar a imagem que você quer passar para quem não te conhece. Por mais que você esteja bem, foto com famoso pode ser um mico daqueles.
3. Para os homens, foto com mulheres exuberantes pode causar inveja nos amigos, mas certamente provocará desconfiança nas mulheres. O inverso também vale. Portanto, escolha bem as fotos que você aparece com outras pessoas. Se elas sequer são importantes para você, melhor não colocar sua paquera em risco à toa.
4. Dê informação verdadeira sobre suas preferências. Não tente passar a impressão de que você gosta de música erudita ou literatura por imaginar que isso irá impressionar. O efeito disso é sempre o contrário do esperado.
5. Na ficha do perfil, só preencha os dados que são interessantes mostrar. Diminutivos podem dar a impressão de alguém frágil e apelidos, de quem não vai levar a coisa a sério. Não se sinta obrigado a ter uma ideia genial para se descrever; mas se ela vier, melhor. Se você não lembra qual é sua série de TV preferida, não pegue a primeira que aparecer. Não vale a pena dizer que gosta de Woody Allen se depois você tiver de fazer uma maratona de cinema em casa para responder a um simples xaveco.
6. A internet oferece duas opções: gente que você conhece, mesmo que superficialmente, e gente que você nunca viu na vida. Se seu alvo é alguém que você conhece ao menos um pouquinho, você tem mais tempo para mostrar interesse. Comece comentando a foto da pessoa ou retuitando algo que ela postou. Não precisa ser todo dia, mas indique para a pessoa que você está acompanhando o perfil dela. Se a troca de mensagens não rolar naturalmente, aproveite uma foto de viagem ou algum lugar onde o pretendente diz ter ido para puxar a conversa.
7. Evite polêmica. Se seu time perdeu para a pessoa que você tem interesse, não queira discutir a idoneidade do juiz com seu pretendente –a não ser que você tenha um ótimo senso de humor para desarmar qualquer torcedor afoito.
8. Estude o alvo. Aproveite o que a rede social tem de bom: veja quem são os amigos ou seguidores, o que o pretendente gosta de fotografar ou o que escreve no perfil. Entrar para um mesmo grupo de discussão pode permitir que você avalie se a pessoa fala muita bobagem, se é agressiva etc..
9. Conte com os amigos em comum. Assim como na vida real, eles são uma ótima ponte para formar novos casais. Navegue pela lista da pessoa que você conhece e, com ela, investigue detalhes que são importantes para você.
10. Seja incisivo. Se o plano é abordar alguém que você não conhece, Fabiano Rampazzo, autor de livros de paquera, recomenda um ataque acachapante. “Seja oportuno e incisivo, para que a pessoa queira saber mais sobre você naquele mesmo instante”. Ou seja: ou simples “oi” tem muito mais chances de ser categoricamente ignorado. Se você é a parte interessada, aja, não espere que o xavecado responda tomando a iniciativa.
11. Sinta-se único, mas desconfie. Se você recebeu uma cantada, pare e pense. “Tem sempre aquele cara que canta dez ao mesmo tempo e, quando recebe a resposta, nem lembra de quem foi. Por isso, vale conhecer um pouco de quem mandou o recado antes de responder”, recomenda a psicóloga Luciana Ruffo.
12. Se interessou, não deixe o tempo correr: depois de alguns dias de conversa, saia do computador e encontre o paquera fisicamente para um cinema ou um café – de preferência em um local movimentado, com algum amigo por perto e durante o dia. A internet pode parecer um ambiente mais protegido, mas boa mesmo é a vida real.
O QUE NÃO FAZER
1. Jamais coloque uma foto sensual pensando em atrair um paquera. A não ser que o objetivo seja apenas sexo, fotos embaraçosas ou apelativas podem ter efeito diverso daquele que você procura. "Quanto mais você se expõe, mais chances tem de encontrar pessoas mal-intencionadas", diz a psicóloga Luciana Ruffo.
2. Esqueça, também, aquela foto de identificação na rede com seu labrador, como se fosse ele o dono do perfil e você só fizesse figuração. Tampouco adicione como foto principal sua imagem abraçada com seu primo, tio ou conhecido, mesmo que nela você esteja em seu melhor ângulo e com a melhor roupa.
3. Não destrua seu amor próprio online. É difícil dizer isso, mas ninguém gosta de quem não gosta de si próprio, mesmo que seja em um "post". Auto-ironia e algum sarcasmo podem funcionar bem, mas esqueça frases como "Estou muito carente" ou "Estou de bem com a vida" –que, segundo Daniela Mantegari e José António Ramalho, autores de "Amar.com", estão entre as mais repetidas nas redes.
4. Não seja apenas mais um. Avalie se vale a pena paquerar quem tem amigos demais. Não que seja proibido, mas quem é tão popular não consegue dar atenção individual. "Se a pessoa tem 2.500 amigos, parece que aceitou todo mundo que apareceu. Como chamar a atenção desse alguém, que tem tanta gente para coordenar?", pergunta Fabiano Rampazzo, autor de "Xaveco Pontocom".
5. Por outro lado, se você é o colecionador de amigos, também tome cuidado. A pessoa que você paquera, ao entrar no seu perfil, pode achar que você a cantou, assim como faz com as centenas de pessoas que estão lá. Afinal, é de se estranhar uma pessoa que tenha tantos amigos, de verdade. Ter uma lista pequena também não é obrigatoriamente um bom sinal. "Os extremos não são necessariamente maus. Mas, onde se foge do padrão, é preciso atenção", diz Luciana.
6. Não se deixe enganar. Os perfis falsos ainda existem –e aos montes. Por isso, é preciso atenção também ao receber uma cantada. “Atrás deles, qualquer baranguinha vira gata e o príncipe encantado pode ser um Shrek", diz Rampazzo. Às vezes, o efeito de uma cantada no ego ou a pressa em corresponder o interesse nublam nossa noção básica de perigo. Mas não desligue o radar: veja se o xavequeiro tem fotos reais, com amigos e família, se troca conversas com conhecidos e se deixa pistas sobre o que faz ou onde estudou. Outra estratégia fatal é a webcam; se estiver desconfiado, convide para um "cara a cara à distância".
7. Não ligue sua metralhadora xavequeira. A internet deixa rastros. Se você copiou e colou uma frase que acha genial para paquerar, não saia repetindo-a em qualquer perfil que encontrar pela frente. Não se sentir único costuma minguar qualquer paquera.
8. Cuidado com dados pessoais. Se seu perfil é aberto, não use o foursquare (aplicativo que mostra a sua localização) sempre que se movimentar, mesmo que esteja em um lugar bacana e queira se exibir para o pretendente.
► Curtiu? Boa sorte.
domingo, 23 de outubro de 2011
• Exemplo prático de como funciona a mente humana
Vejamos um exemplo prático de como a mente funciona. Considere essa foto abaixo.
Vamos analisar, de forma bem estereotipada, o que ela representa pra alguns grupos de pessoas (leia a análise após a foto):

- Para homens adolescentes ela é uma bunda (e que bunda!). Somente os mais observadores a definirão como uma bunda atravessando a rua.
- Para homens mais maduros é uma mulher com uma bunda respeitável atravessando a rua.
- Os homens insaciáveis imaginam logo a mulher pelada.
- Homens sábios e espirituosos meditarão na presença de espírito do fotógrafo que, em face de tal beleza, a compartilhou com a humanidade.
- Para metade das mulheres essa é uma mulher vulgar, que não deveria ter saído de casa desse jeito.
- A outra metade está imaginando onde ela comprou essa blusa de rendinhas.
- Mulheres sábias e espirituosas meditarão na impermanência da bunda e imaginarão a desgraça que vai ser esse traseiro aos 50 anos.
- Crianças, curiosos e monges provavelmente perceberão um cachorro dirigindo um carro na foto
► Eu não percebi...
Vamos analisar, de forma bem estereotipada, o que ela representa pra alguns grupos de pessoas (leia a análise após a foto):
- Para homens adolescentes ela é uma bunda (e que bunda!). Somente os mais observadores a definirão como uma bunda atravessando a rua.
- Para homens mais maduros é uma mulher com uma bunda respeitável atravessando a rua.
- Os homens insaciáveis imaginam logo a mulher pelada.
- Homens sábios e espirituosos meditarão na presença de espírito do fotógrafo que, em face de tal beleza, a compartilhou com a humanidade.
- Para metade das mulheres essa é uma mulher vulgar, que não deveria ter saído de casa desse jeito.
- A outra metade está imaginando onde ela comprou essa blusa de rendinhas.
- Mulheres sábias e espirituosas meditarão na impermanência da bunda e imaginarão a desgraça que vai ser esse traseiro aos 50 anos.
- Crianças, curiosos e monges provavelmente perceberão um cachorro dirigindo um carro na foto
► Eu não percebi...
domingo, 2 de outubro de 2011
• Para quem usa calça caída
Você que gosta de andar com aquelas calças caindo, metade da bunda para dentro, metade para fora

Gosta de mostrar a cuequinha é? Pois é, tenho péssimas noticias para você...
Para quem acha que andar de ‘calças caídas’ é lindo, veja esta explicação:
Esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos, em que os reclusos que estavam receptivos a manter relações sexuais com outros presos precisaram inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofrerem consequências… Por isso, quem usasse calças caídas abaixo da cintura, de modo a mostrar parcialmente as nádegas, demonstrava que estava disponível.
► Avise aquele seu amigo disponível... Hahahaha
Gosta de mostrar a cuequinha é? Pois é, tenho péssimas noticias para você...
Para quem acha que andar de ‘calças caídas’ é lindo, veja esta explicação:
Esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos, em que os reclusos que estavam receptivos a manter relações sexuais com outros presos precisaram inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofrerem consequências… Por isso, quem usasse calças caídas abaixo da cintura, de modo a mostrar parcialmente as nádegas, demonstrava que estava disponível.
► Avise aquele seu amigo disponível... Hahahaha
domingo, 11 de setembro de 2011
• Inkaktus Prole
O vídeo que a MTV censurou
► Que acha? Era pra censurar?
► Que acha? Era pra censurar?
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
• Gretchen: "Eu sou a Madonna brasileira"
Nunca houve uma mulher como Gretchen. E dificilmente haverá, garante Maria Odete Brito de Miranda, que passou 34 dos seus 52 anos de vida encarnando esse personagem icônico da MPB: a cantora sexy que resiste no imaginário nacional com apenas três canções de (estrondoso) sucesso: "Melô do piripipi", "Freak le boom boom" e "Conga, conga, conga" - essa, trilha sonora para as recentes picardias da cantora Sandy num comercial de cerveja.
- Ainda não encontrei ninguém que tivesse tomado o meu lugar. E olha que eu dei várias oportunidades, já que fiquei grávida algumas vezes - diz essa mãe de cinco filhos biológicos e uma adotiva, que lança esta quarta no Rio o CD "Charme, talento e gostosura", coletânea dos seus sucessos organizada pelo pesquisador Rodrigo Faour. A festa é às 23h30m, no Galeria Café, em Ipanema, e terá um pocket show da diva.
Um bibelô pop que vendeu 15 milhões de discos na virada dos anos 1970 para os 1980 (e que irritou algumas das grandes cantoras do Brasil), Gretchen foi um produto pensado para a TV. Quem conta a história é o produtor argentino Santiago Malnati, o Mister Sam, que acompanha à distância (de São Paulo), as andanças da ex-pupila.
- Eu vi a Gretchen pela primeira vez cantando no programa de calouros do Silvio Santos. De cara, percebi: essa mulher tem alguma coisa! - diz.
Era 1977, e - Mister Sam ainda não sabia - Odete ia fazer 18 anos no dia seguinte. Rapidamente ele a localizou e a contratou. E mais rapidamente ainda, compôs a canção "Dance with me", toda inspirada no sucesso da discoteque "Dance a little bit closer", da cantora Charo - a tal que a moça mostrara na TV. Na hora de lançar o compacto, Sam sugeriu que ela arrumasse um nome artístico melhor. Maria Odete lembrou de "Aleluia, Gretchen", filme de Sylvio Back. E se rebatizou.
- A Gretchen tinha um par de coxas muito bonito. Além disso, ela era muito autêntica - conta o produtor, que admite só ter ensinado uma coisa à cantora: como empinar o bumbum. - Depois, eu disse a ela: daqui em diante, você só canta o que eu escrever.
Gritos e gemidos
E, no que lhe foi possível, Maria Odete obedeceu.
- Sou muito submissa quando se trata de trabalho - garante ela, que pouco depois estouraria com "Freak your boom boom". Mister Sam lembra da inspiração.
- Eu fui a Nova York e comprei um disco com a música "Freak your boom boom". Era um jazz muito malfeito, mas o título era muito bom.
"Antes de mim, ou se cantava ou se dançava. Eu sou a Madonna brasileira"
O pulo do gato, porém, foi na hora da gravação, em que Sam acrescentou gritinhos, piripipis, palmas e - jura - até alguns gemidos seus.
- A alegria do disco era eu - orgulha-se o produtor.
Trinta anos depois do auge, Gretchen se vê como uma pioneira.
- Antes de mim, ou se cantava ou se dançava. Eu sou a Madonna brasileira.
Antes da própria Madonna, é claro.
► Ok, Madonna.
domingo, 3 de julho de 2011
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