► Tem coisa que você só vê na Zona
Mostrando postagens com marcador Cidadania. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cidadania. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 19 de maio de 2011
• Divididos pela reciclagem
Uma bela (!) história de amor entre duas garrafas de leite
► Tem coisa que você só vê na Zona
► Tem coisa que você só vê na Zona
domingo, 27 de fevereiro de 2011
• Americanas.com tenta subornar clientes
Reportagem da rede gaúcha RBS
► A repórter parece meio picareta,né? Mas se for tudo verdade, que vergonha, hein Americanas?
► A repórter parece meio picareta,né? Mas se for tudo verdade, que vergonha, hein Americanas?
domingo, 5 de dezembro de 2010
• Vou vivendo, doutor Ari
Quem é e como toca a vida o estagiário do STJ
demitido pelo presidente da corte

A testemunha descreve a cena tal qual a vítima fez constar no boletim de ocorrência. Por volta das 16h do dia 19 de outubro, o estagiário, após entregar um processo na seção de documentos administrativos, que fica no subsolo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, dirigiu-se para a agência do Banco do Brasil no complexo de prédios da corte a fim de fazer um depósito por envelope para uma amiga. Vestindo camisa polo, calça jeans e sapato social, foi informado por um funcionário da agência de que em apenas um dos caixas eletrônicos poderia ser feita a transação. Justamente aquele, em uso por um homem de terno e gravata, aparentando 1,60 metro, que ele inicialmente não reconheceu. Postou-se atrás de linha de espera, traçada no chão da agência. O diálogo que se seguiu foi o seguinte:
- Quer sair daqui? Estou fazendo uma transação pessoal - disse o senhor, após voltar-se duas ou três vezes para trás, "de forma um tanto áspera", como relataria o jovem, em seu português impecável.
- Senhor, eu estou atrás da linha de espera. - foi a resposta, "em tom brando", como contou, ou "de forma muito educada", na confirmação da testemunha.
- Vá fazer o que tem que fazer em outro lugar! - esbravejou o homem em frente ao caixa eletrônico.
- Mas, senhor, minha transação só pode ser feita neste caixa...
- Fora daqui! - o grito, a essa altura, chamou a atenção de pessoas que passavam e aguardavam na agência.
E foi completada pelo veredicto, aos brados:
- Eu sou Ari Pargendler, presidente deste tribunal. Você está demitido, entendeu? Você está fora daqui, isto aqui acabou para você. De-mi-ti-do!
Assim terminou a carreira do estudante de administração Marco Paulo dos Santos, de 24 anos, na segunda mais alta corte do País. Ele entrara no STJ no início do ano, após passar por um processo seletivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), na capital federal, do qual participaram mais de 200 candidatos. Marco ficou entre os dez primeiros. Todos os dias, saía do apartamento onde mora com a mãe e o irmão em Valparaíso de Goiás, cidade-satélite a 35 km de Brasília, e levava uma hora de ônibus até chegar ao estágio. Dava expediente das 13h às 19h, pelo que recebia R$ 600 por mês, mais R$ 8 por dia de auxílio-transporte. Pouco importa. Martelo batido.
"Foi uma violência gratuita", avalia a brasiliense Fabiane Cadete, de 32 anos, que estava sentada com uma amiga na fila de cadeiras ao lado dos caixas eletrônicos naquele dia. "Ele (Pargendler) gritava, gesticulava e levantava o peito na direção do Marco." Chamou-lhe especialmente a atenção a diferença de estatura - literal, no caso - dos dois protagonistas. Marco tem 1,83 metro. "O juiz puxou tanto o cordão do crachá para ler o nome do menino, que as orelhas dele faziam assim, ó", mostra ela, empurrando as suas próprias como se fossem de abano.
Batalha difícil
Fabiane conta que ficou receosa antes de decidir depor em favor de Marco - que, no dia seguinte, registrou queixa por "injúria real" contra o presidente do STJ na 5ª delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal. Funcionária de uma empresa que presta serviços ao tribunal, ela jura que nunca tinha visto Marco antes na vida, mas ainda assim se dispôs a contar o que viu. A amiga, que tem mais anos de casa no STJ, preferiu se preservar. "Eu não me sentiria em paz comigo mesma se não falasse", explica Fabiane, que cursa direito no Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb). "Como futura advogada, fiquei decepcionada com o ministro."
Como Ari Pargendler só pode ser julgado em instância superior no Judiciário, o delegado Laércio Rossetto encaminhou o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o processo corre em segredo de Justiça. Remetido inicialmente para a ministra Ellen Gracie, esta se declarou impedida por manter relações de amizade com Pargendler. Redistribuído pelo presidente do Supremo, Cezar Peluso, caiu nas mãos do ministro Celso de Mello, jurista que não tem por hábito "sentar em cima" dos casos mais polêmicos.
O depoimento de Fabiane animou o até então cauteloso advogado de Marco, preocupado em não expor seu cliente a uma contraofensiva judicial. "Não tenho vocação nenhuma para Policarpo Quaresma", diz Antonielle Julio, que teve uma prévia das dificuldades que vai enfrentar quando solicitou à gerência do Banco do Brasil no STJ as imagens do circuito interno de segurança, que revelariam facilmente quem está com a razão. Ouviu que o sistema apresentou falha técnica e "não há imagem alguma".
A Bíblia e os 'policiais'
Marco Paulo dos Santos é negro, filho de brasileira com africano e nascido na Grécia. Vista de perto, sua história de vida é tão espantosa quanto o diálogo supostamente travado na agência bancária do STJ. Sua mãe, a doméstica Joana D’Arc dos Santos, de 56 anos, natural de Raul Soares (MG), passou como ele por um concurso que mudaria o rumo de sua existência. Ainda solteira, na década de 80, leu um anúncio no jornal Estado de Minas em que a esposa de um diplomata mineiro procurava uma empregada para acompanhar a família em seu novo posto no exterior. Quando chegou a Belo Horizonte para a entrevista, uma centena de candidatas já havia passado pelo crivo da patroa, mas foi Joana quem levou. "Ela agradou mais de mim", conta, na construção típica da zona da mata mineira.
Em Atenas, Joana conheceu o marinheiro cabo-verdiano José Manoel da Graça, que trabalhava em um navio petroleiro. O namoro deslizava em mar de rosas, quando o patrão recebeu ordens do Itamaraty para se transferir para a Embaixada do Brasil no Chile. E lá se foi Joana D’Arc de volta para a América. Mas, com banzo de seu africano, em pouco tempo abandonava o emprego para voltar a sua odisseia grega. Amigou-se com Manoel em Atenas e teve com ele dois filhos: Daniel David e Marco Paulo.
Cinco anos depois, foi a saudade do Brasil que bateu e Joana embarcou de volta com os meninos. Primeiro, para Minas; depois, Brasília. Manoel foi navegar outros mares. "Fiquei esperando, porque ele nunca disse que não vinha. Os telefonemas foram rareando, só Natal, aniversário... E Manoel acabou não vindo", dá de ombros. Hoje, é com a tormenta jurídica do caçula que ela se preocupa. "Sabe como é, a gente foi criada no negócio do ‘deixa pra lá’. Mas ele decidiu assim, entrego nas mãos de Deus."
Em casa, o primogênito Daniel, hoje com 27 anos, é o voluntarioso e bem-humorado. Já Marco sempre foi introvertido e responsável. A mãe conta que, enquanto faxinava nas casas de família, o garoto dava um jeito de se enfurnar na biblioteca dos patrões. "Sempre foi menino de ler. Passava duas, três horas... eu até esquecia dele." Daí a facilidade, talvez, com que passou em todos os testes que fez até hoje, inclusive o do Prouni - programa de bolsas de estudos do governo, que lhe permite cursar administração no Iesb.
vangélico, como toda a família, Marco traz sempre a Bíblia debaixo do braço. E algum romance policial de Agatha Christie e Conan Doyle. Mas também passeou por leituras mais substanciosas, como O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. "É uma aula de vida. Ele juntou todo o conhecimento de como se governar, lidar com as pessoas, a política e o poder. É muito útil para um administrador", ensina o estagiário defenestrado do STJ.
Na melodia do Supremo
Outro dos talentos de Marco é a música. Na igreja, deu seus primeiros acordes. E logo conseguiu uma bolsa no tradicional Clube do Choro de Brasília, onde estuda violão de sete cordas. O professor, o instrumentista carioca Fernando César, de 40 anos, é só elogios: "Ele é um cara supertranquilo, aplicado e musical. Lê muito bem partitura". Empreendedor precoce, escreveu e lançou em junho, por uma editora evangélica, um método de ensino de violão para os fiéis sem condições de pagar por um curso. Agora, ainda desempregado, dedica-se com mais afinco à execução de clássicos como Vou Vivendo, de Pixinguinha, cujos versos finais são: "Vou vivendo assim/ Porque o destino me fez um vadio/ Novo endereço ele vai traçar/ E virei para te avisar/ Quando à noite uma toalha de estrela/ Tiver para me cobrir".
Mesmo apreensiva, Joana D’Arc não esconde o orgulho pela coragem do filho em enfrentar o presidente de uma das instituições mais poderosas do País. "Antes de ir para a Grécia eu era um bicho assustado. Achava que por ser negra e pobre era normal ser humilhada e maltratada. Mas lá, a gente entrava num restaurante ou em qualquer lugar chique e era recebido como todo mundo. Então, não deixei meus filhos crescerem com esse pensamento meu."
Procurado pela reportagem do Aliás para dar sua versão dos fatos, o ministro Ari Pargendler disse por intermédio da assessoria que não vai se manifestar. No telefone da corte, em chamada de espera, ouve-se a seguinte mensagem: "Ter acesso rápido e fácil à Justiça é um direito seu. STJ, o Tribunal da Cidadania".
► E você ainda ficou indignado porque a Geysi Arruda foi expulsa de "A Fazenda"...
demitido pelo presidente da corte
A testemunha descreve a cena tal qual a vítima fez constar no boletim de ocorrência. Por volta das 16h do dia 19 de outubro, o estagiário, após entregar um processo na seção de documentos administrativos, que fica no subsolo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, dirigiu-se para a agência do Banco do Brasil no complexo de prédios da corte a fim de fazer um depósito por envelope para uma amiga. Vestindo camisa polo, calça jeans e sapato social, foi informado por um funcionário da agência de que em apenas um dos caixas eletrônicos poderia ser feita a transação. Justamente aquele, em uso por um homem de terno e gravata, aparentando 1,60 metro, que ele inicialmente não reconheceu. Postou-se atrás de linha de espera, traçada no chão da agência. O diálogo que se seguiu foi o seguinte:
- Quer sair daqui? Estou fazendo uma transação pessoal - disse o senhor, após voltar-se duas ou três vezes para trás, "de forma um tanto áspera", como relataria o jovem, em seu português impecável.
- Senhor, eu estou atrás da linha de espera. - foi a resposta, "em tom brando", como contou, ou "de forma muito educada", na confirmação da testemunha.
- Vá fazer o que tem que fazer em outro lugar! - esbravejou o homem em frente ao caixa eletrônico.
- Mas, senhor, minha transação só pode ser feita neste caixa...
- Fora daqui! - o grito, a essa altura, chamou a atenção de pessoas que passavam e aguardavam na agência.
E foi completada pelo veredicto, aos brados:
- Eu sou Ari Pargendler, presidente deste tribunal. Você está demitido, entendeu? Você está fora daqui, isto aqui acabou para você. De-mi-ti-do!
Assim terminou a carreira do estudante de administração Marco Paulo dos Santos, de 24 anos, na segunda mais alta corte do País. Ele entrara no STJ no início do ano, após passar por um processo seletivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), na capital federal, do qual participaram mais de 200 candidatos. Marco ficou entre os dez primeiros. Todos os dias, saía do apartamento onde mora com a mãe e o irmão em Valparaíso de Goiás, cidade-satélite a 35 km de Brasília, e levava uma hora de ônibus até chegar ao estágio. Dava expediente das 13h às 19h, pelo que recebia R$ 600 por mês, mais R$ 8 por dia de auxílio-transporte. Pouco importa. Martelo batido.
"Foi uma violência gratuita", avalia a brasiliense Fabiane Cadete, de 32 anos, que estava sentada com uma amiga na fila de cadeiras ao lado dos caixas eletrônicos naquele dia. "Ele (Pargendler) gritava, gesticulava e levantava o peito na direção do Marco." Chamou-lhe especialmente a atenção a diferença de estatura - literal, no caso - dos dois protagonistas. Marco tem 1,83 metro. "O juiz puxou tanto o cordão do crachá para ler o nome do menino, que as orelhas dele faziam assim, ó", mostra ela, empurrando as suas próprias como se fossem de abano.
Batalha difícil
Fabiane conta que ficou receosa antes de decidir depor em favor de Marco - que, no dia seguinte, registrou queixa por "injúria real" contra o presidente do STJ na 5ª delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal. Funcionária de uma empresa que presta serviços ao tribunal, ela jura que nunca tinha visto Marco antes na vida, mas ainda assim se dispôs a contar o que viu. A amiga, que tem mais anos de casa no STJ, preferiu se preservar. "Eu não me sentiria em paz comigo mesma se não falasse", explica Fabiane, que cursa direito no Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb). "Como futura advogada, fiquei decepcionada com o ministro."
Como Ari Pargendler só pode ser julgado em instância superior no Judiciário, o delegado Laércio Rossetto encaminhou o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o processo corre em segredo de Justiça. Remetido inicialmente para a ministra Ellen Gracie, esta se declarou impedida por manter relações de amizade com Pargendler. Redistribuído pelo presidente do Supremo, Cezar Peluso, caiu nas mãos do ministro Celso de Mello, jurista que não tem por hábito "sentar em cima" dos casos mais polêmicos.
O depoimento de Fabiane animou o até então cauteloso advogado de Marco, preocupado em não expor seu cliente a uma contraofensiva judicial. "Não tenho vocação nenhuma para Policarpo Quaresma", diz Antonielle Julio, que teve uma prévia das dificuldades que vai enfrentar quando solicitou à gerência do Banco do Brasil no STJ as imagens do circuito interno de segurança, que revelariam facilmente quem está com a razão. Ouviu que o sistema apresentou falha técnica e "não há imagem alguma".
A Bíblia e os 'policiais'
Marco Paulo dos Santos é negro, filho de brasileira com africano e nascido na Grécia. Vista de perto, sua história de vida é tão espantosa quanto o diálogo supostamente travado na agência bancária do STJ. Sua mãe, a doméstica Joana D’Arc dos Santos, de 56 anos, natural de Raul Soares (MG), passou como ele por um concurso que mudaria o rumo de sua existência. Ainda solteira, na década de 80, leu um anúncio no jornal Estado de Minas em que a esposa de um diplomata mineiro procurava uma empregada para acompanhar a família em seu novo posto no exterior. Quando chegou a Belo Horizonte para a entrevista, uma centena de candidatas já havia passado pelo crivo da patroa, mas foi Joana quem levou. "Ela agradou mais de mim", conta, na construção típica da zona da mata mineira.
Em Atenas, Joana conheceu o marinheiro cabo-verdiano José Manoel da Graça, que trabalhava em um navio petroleiro. O namoro deslizava em mar de rosas, quando o patrão recebeu ordens do Itamaraty para se transferir para a Embaixada do Brasil no Chile. E lá se foi Joana D’Arc de volta para a América. Mas, com banzo de seu africano, em pouco tempo abandonava o emprego para voltar a sua odisseia grega. Amigou-se com Manoel em Atenas e teve com ele dois filhos: Daniel David e Marco Paulo.
Cinco anos depois, foi a saudade do Brasil que bateu e Joana embarcou de volta com os meninos. Primeiro, para Minas; depois, Brasília. Manoel foi navegar outros mares. "Fiquei esperando, porque ele nunca disse que não vinha. Os telefonemas foram rareando, só Natal, aniversário... E Manoel acabou não vindo", dá de ombros. Hoje, é com a tormenta jurídica do caçula que ela se preocupa. "Sabe como é, a gente foi criada no negócio do ‘deixa pra lá’. Mas ele decidiu assim, entrego nas mãos de Deus."
Em casa, o primogênito Daniel, hoje com 27 anos, é o voluntarioso e bem-humorado. Já Marco sempre foi introvertido e responsável. A mãe conta que, enquanto faxinava nas casas de família, o garoto dava um jeito de se enfurnar na biblioteca dos patrões. "Sempre foi menino de ler. Passava duas, três horas... eu até esquecia dele." Daí a facilidade, talvez, com que passou em todos os testes que fez até hoje, inclusive o do Prouni - programa de bolsas de estudos do governo, que lhe permite cursar administração no Iesb.
vangélico, como toda a família, Marco traz sempre a Bíblia debaixo do braço. E algum romance policial de Agatha Christie e Conan Doyle. Mas também passeou por leituras mais substanciosas, como O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. "É uma aula de vida. Ele juntou todo o conhecimento de como se governar, lidar com as pessoas, a política e o poder. É muito útil para um administrador", ensina o estagiário defenestrado do STJ.
Na melodia do Supremo
Outro dos talentos de Marco é a música. Na igreja, deu seus primeiros acordes. E logo conseguiu uma bolsa no tradicional Clube do Choro de Brasília, onde estuda violão de sete cordas. O professor, o instrumentista carioca Fernando César, de 40 anos, é só elogios: "Ele é um cara supertranquilo, aplicado e musical. Lê muito bem partitura". Empreendedor precoce, escreveu e lançou em junho, por uma editora evangélica, um método de ensino de violão para os fiéis sem condições de pagar por um curso. Agora, ainda desempregado, dedica-se com mais afinco à execução de clássicos como Vou Vivendo, de Pixinguinha, cujos versos finais são: "Vou vivendo assim/ Porque o destino me fez um vadio/ Novo endereço ele vai traçar/ E virei para te avisar/ Quando à noite uma toalha de estrela/ Tiver para me cobrir".
Mesmo apreensiva, Joana D’Arc não esconde o orgulho pela coragem do filho em enfrentar o presidente de uma das instituições mais poderosas do País. "Antes de ir para a Grécia eu era um bicho assustado. Achava que por ser negra e pobre era normal ser humilhada e maltratada. Mas lá, a gente entrava num restaurante ou em qualquer lugar chique e era recebido como todo mundo. Então, não deixei meus filhos crescerem com esse pensamento meu."
Procurado pela reportagem do Aliás para dar sua versão dos fatos, o ministro Ari Pargendler disse por intermédio da assessoria que não vai se manifestar. No telefone da corte, em chamada de espera, ouve-se a seguinte mensagem: "Ter acesso rápido e fácil à Justiça é um direito seu. STJ, o Tribunal da Cidadania".
► E você ainda ficou indignado porque a Geysi Arruda foi expulsa de "A Fazenda"...
terça-feira, 15 de junho de 2010
• Um protesto diferente
Subway e o jeito de colocar o queijo no lanche
Fonte: Estadão
Já tem algum tempo que circula na internet um diagrama criticando os métodos da rede de lanchonetes Subway de dispôr o queijo no lanche. Tem até uma versão traduzida para o português:

O protesto-piada, acredite ou não, surtiu efeito. O Gawker divulgou este memorando da rede Subway que muda o protocolo e orienta as lanchonetes a organizarem o queijo no sanduíche:

► Tá vendo? Vale a pena reclamar.
Fonte: Estadão
Já tem algum tempo que circula na internet um diagrama criticando os métodos da rede de lanchonetes Subway de dispôr o queijo no lanche. Tem até uma versão traduzida para o português:
O protesto-piada, acredite ou não, surtiu efeito. O Gawker divulgou este memorando da rede Subway que muda o protocolo e orienta as lanchonetes a organizarem o queijo no sanduíche:
► Tá vendo? Vale a pena reclamar.
sábado, 10 de abril de 2010
• Ajude as vítimas do Rio
Saiba como fazer doações para vítimas das chuvas no Rio de Janeiro
Fonte: UOL
Alimentos não perecíveis, água, colchonetes, agasalhos e material de higiene são as principais necessidades dos mais 14 mil atingidos pelas chuvas que, desde domingo, já provocaram mais de 190 mortes em todo o Estado do Rio de Janeiro.
Veja a relação dos locais de doação:
Rio de Janeiro
- Viva Rio - Rua do Russel, 76 - Glória - Informações: 21 2555-3750 (Cibele)
Doações em dinheiro: Banco do Brasil
Favorecido: Viva Rio
CNPJ: 00343941/0001-28
Ag.: 1769-8
C/c.: 411396-9
- Grupo Pão de Açúcar
Até o dia 17, a rede de supermercado recebe doações nas 99 lojas espalhadas pelo Estado.
- Carioca Shopping, na zona norte do Rio.
- Lamsa (concessionária que administra a Linha Amarela)
Central Passe Expresso, depois do túnel da Covanca, sentido Tijuca.
- Polícia Militar - Todas as unidade da PM estão recebendo doações.
Acari
- Vila Olímpica Clara Nunes - Pedro Jório, s/nº - Fazenda Botafogo
Andaraí
- Associação de Moradores João Paulo II - Rua Sá Viana, 269 - Grajaú - Telefone: 21 8185-9498
Bangu
- 5ª Inspetoria - Rua Biarritz, s/nº
- Centro de Referência da Assistência Social Heloneida Studart - Rua Rangel Pestana 510
Barra da Tijuca
- 4ª Inspetoria - Avenida Ayrton Senna, número 2001
Bonsucesso
- 4ª Coordenadoria de Assistência Social - Rua da Regeneração 654
Botafogo
- Base Operacional da Guarda Municipal - Rua Bambina, número 37
Campo Grande
- Centro Esportivo Miécimo da Silva - Rua Olinda Ellis, 470
- 13ª Inspetoria - Rua Minas de Prata, número 200
- 9ª Coordenadoria de Assistência Social - Rua José Euzébio s/nº (antiga Rua do Rádio)
Centro
- Cruz Vermelha - Praça da Cruz Vermelha s/nº
- Escola de Propaganda e Marketing (ESPM), na Biblioteca da unidade - Rua do Rosário
- Caixa de Assistência aos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj) da OAB-RJ
- Subsede do Sinttel - Rua dos Andradas, 96, 15º andar
- Centro Administrativo São Sebastião - Rua Afonso Cavalcanti 455, térreo - Cidade Nova
Cerro-Corá e Guararapes
- Padaria do Geneci - Rua João Delerri, 68 - Cosme Velho - Telefone: 21 9189-1904 e 9154-0975
Complexo do Alemão
- Educap - Rua Canitá, 1033 - Inhaúma - Telefones: 21 8784-1252
- Vila Olímpica Carlos Castilho - Estrada do Itararé, 460
Comunidade Coroados
- Sede do Grupo Articulador Local Educando com Arte - Estrada dos Bandeirantes, 9916 - Vargem Pequena - Telefones: 21 2441 1912 / 9789 5837 (Jucilene) - Colchonetes e Cobertores.
Comunidade Vila Kennedy
- Rua R, 46 - casa 1. Próximo à Vila Olímpica. Telefone: 21 7166-3247 (Janaina)
Curicica
- 7ª Coordenadoria de Assistência Social - Estrada do Guerenguê 1.630
Guadalupe
- 6ª Coordenadoria De Assistência Social (Subprefeitura da Zona Norte) - Rua Luiz Coutinho Cavalcanti 576
Ilha do Governador
- Organização Fazendo Criança Sorrir - Rua Professor Silva Campos,131 - Freguesia - Telefone: 3366-0421 / 9844-3042
Irajá
- Ceasa - Avenida Brasil 19.001- Telefone: (21) 2333-8274 ou 2333-8225 - Email: ceasapresidencia@ceasa.rj.gov.br
Jacarezinho
- Praça da Concórdia
- Quadra da escola de samba Jacarezinho - Avenida Dom Helder Câmara, em frente ao número 2.066.
Jardim América
- Centro de Referência da Assistência Social Anilva Dutra Mendes
- Posto de Saúde Nagib Farah, na Rua Antônio Albuquerque s/nº
Lagoa
- 2ª Inspetoria - Rua Professor Abelardo Lobo, s/nº - embaixo do Viaduto Saint Hilaire, na saída do Túnel Rebouças
Laranjeiras
- Centro de Referência da Assistência Social Maria Lina - Rua São Salvador 56
Madureira
- 6ª Inspetoria - Rua Armando Cruz, sem número (s/nº)
- Centro de Referência da Assistência Social Professora Márcia Lopes - Rua Carvalho de Souza 274
Mangueira
- Quadra da Mangueira - Rua Visconde de Niterói 1.072
Maré
- Vila Olímpica da Maré - Rua Tancredo Neves, s/n
Morro do Borel
- CIEP da Rua São Miguel (Borel) ou Posto de Saúde - Telefone: 21 9154-4938 - Materiais descartáveis (copo, prato, fraldas...)
Morro dos Macacos
- Centro Comunitário Raiz e Vida - Av.28 de setembro 406/sala 02 - Vila Isabel - Telefone: 21 9633-4982 (fazer contato antes da entrega)
Morro dos Prazeres
- Rua Almirante Alexandrino, 3226
- Rua Gomes Lopes, 70 (na 2ª igreja evangélica) - Telefones: 21 7544-6696 e 9227-6574. Roupa de cama e banho, água, roupas, vela e fósforos, materiais de higiene pessoal e alimentação.
- Igreja Assembleia de Deus - Rua Gomes Lopes, nº 87 B - Telefones: 21 7582-9859 e 9251-0140
Morro do Turano
- Colégio Estadual Herbert de Souza - Rua Barão de Itapagipe (próximo ao número 311 ) -
Rio Comprido - Telefone: 21 7896-8200 - Fralda, absorvente, mamadeira e leite em pó.
- Centro de Referência da Assistência Social Germinal Domingues - Rua Ambiré Cavalcanti 95
Pavuna
- Coordenadoria de Assistência Social Francisco Sales Mesquita - Rua Sargento de Milícias s/nº, ao lado da delegacia.
Praça Seca
- 7ª Inspetoria - Praça Barão da Taquara, número 9
- Centro de Referência de Assistência Social Daniela Peres - Rua Albano 313
Realengo
- CREAS Adailza Sposati - Rua Professor Carlos Venceslau 211
São Conrado
- Centro de Referência da Assistência Social Rinaldo de Lamare - Avenida Niemeyer 776
Santa Cruz
- 10ª Coordenadoria de Assistência Social - Avenida Brasil s/nº (esquina com av. Padre Guilherme Decaminada)
- Centro de Referência da Assistência Social Padre Guilherme Decaminada - Rua Lopes Moura 46
Tijuca
- 8ª Inspetoria - Rua Conde de Bonfim, número 267
- Centro de Referência da Assistência Social Arlindo Rodrigues - Rua Desembargador Isidro 48
- Rede de Solidariedade aos Desabrigados - Rua Medeiros Pássaro, 4
Niterói
- Clube Canto do Rio - Avenida Visconde do Rio Branco 701, ao lado do DCE da Universidade Federal Fluminense (UFF)
- Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - Telefone: 2620-6210
- Esc. Municipal Paulo Freire - Rua Soares Miranda 77, Fonseca - Telefone: 2718-5121
- Colégio Salesiano - Rua Santa Rosa 207, Santa Rosa - Telefone: 3578-9400
- Centro Educacional de Niterói (Centrinho) - Rua Itaguaí 173, Pé Pequeno - Telefone: 2611-0000
- Colég. Est. Guilherme Briggs - Rua Doutor Mário Viana 625, Santa Rosa - Telefone: 2711-1966
- Quadra da Escola de Samba Acadêmicos do Cubango - Rua Noronha Torrezão 560
- Escola Estadual Alberto Brandão - Rua Castro Alves, 22 Fonseca
- Plaza Shopping - Rua Quinze de Novembro 8.
- Instituto Abel - Rua Mario Alves, 2, e avenida Roberto da Silveira, 29
Duque de Caxias
- Secretaria municipal de Integração Segurança Pública e Defesa Civil - Rua Silva Ferrando s/nº, no parque Duque, próximo ao Centro de Caxias. Telefone 08000-230199.
Itaboraí
- Secretaria de Desenvolvimento Social - Rua Dr. Pereira dos Santos, 10, centro.
São Gonçalo
- Secretaria de Desenvolvimento Social - Rua Uricina Vargas 36, Alcântara, em frente ao 7º BPM. Telefone: 3262-3601 ou 3262-3603
- EME - Rua Fernando Pessoa, 135 - Itaúna - São Gonçalo - Telefone: 3711-5070
- Creche da Fazenda - Rua Rosendo Marcos, 2661 - Telefone: 2701-0790.
- Primeira Igreja Batista em São Gonçalo - Rua Cel. Moreira César, 175 - Centro - Telefone: 2713-1350.
- Prefeitura de São Gonçalo - Rua Feliciano Sodré, 100 – Centro
- Colégio Municipal Castello Branco - Rua Carlos Gianelli, s/n, Boaçu
- Colégio Municipal Ernani Faria - Rua Oliveira Botelho, s/n, Neves
- Colégio Municipal Estephânia de Carvalho - Rua Bispo Dom João da Mata, 466, Laranjal
- Escola Municipal Desembargador Ronald de Souza - Rua Francisco Campos, s/n – Jardim Catarina
- Escola Municipal Pastor Haroldo Gomes - Estrada das Palmeiras, s/n – Itaúna
- Colégio Municipal Irene Barbosa Ornellas - Rua Belarmino Faria, s/n – Jardim Catarina
- Escola Municipal Almirante Alfredo Carlos Soares Dutra - Rua Cap. Justiniano Pereira Faria, s/n Alcântara
- Escola Municipal Paulo Reglus Neves Freire - Estrada da Conceição, 1111 – Porto do Rosa
- Escola Municipal Belarmino Nicardo Siqueira - Rua Evaristo da Veiga, s/n – Luiz Caçador
- Escola Municipal Leda Vargas Giannerinni - Rua Cecília Correa, s/n - Tribobó
- Grupo Alfredo Backer de Ensino - Travessa Margarida, 12 - Alcântara - Tel. 2701-0333
São João de Mereti
- Secretaria municipal de Promoção Social - Avenida Presidente Lincoln 899, Vilar dos Teles, no térreo.
Saquarema
- Secretaria de Promoção Social - Rua Professor Souza, s/n
Tanguá
- Secretaria de Bem Estar Social - Rua Vereador Manoel Macedo 680, no Centro de Tanguá, perto do Banco do Brasil.
Maricá
- Escola Joana Benedicta Rangel, no Centro
- Subprefeitura de Itaipuaçu - Estrada de Itaipuaçu, Qd A, Lt 26. Telefone: 21 2637-8585 (gabinete do prefeito) e 2637-1639 (Secretaria de Direitos Humanos).
Doe sangue
Endereços e horários de funcionamento dos postos podem ser obtidos pelo Disque Sangue (0800 282-0708). O HemoRio funciona todos os dias, das 7h às 18h, inclusive aos sábados, domingos e feriados, na rua Frei Caneca, 8 – centro.
► Enquanto o país não aprender a votar corretamente, todo ano vamos contar novos mortos.
Fonte: UOL
Alimentos não perecíveis, água, colchonetes, agasalhos e material de higiene são as principais necessidades dos mais 14 mil atingidos pelas chuvas que, desde domingo, já provocaram mais de 190 mortes em todo o Estado do Rio de Janeiro.
Veja a relação dos locais de doação:
Rio de Janeiro
- Viva Rio - Rua do Russel, 76 - Glória - Informações: 21 2555-3750 (Cibele)
Doações em dinheiro: Banco do Brasil
Favorecido: Viva Rio
CNPJ: 00343941/0001-28
Ag.: 1769-8
C/c.: 411396-9
- Grupo Pão de Açúcar
Até o dia 17, a rede de supermercado recebe doações nas 99 lojas espalhadas pelo Estado.
- Carioca Shopping, na zona norte do Rio.
- Lamsa (concessionária que administra a Linha Amarela)
Central Passe Expresso, depois do túnel da Covanca, sentido Tijuca.
- Polícia Militar - Todas as unidade da PM estão recebendo doações.
Acari
- Vila Olímpica Clara Nunes - Pedro Jório, s/nº - Fazenda Botafogo
Andaraí
- Associação de Moradores João Paulo II - Rua Sá Viana, 269 - Grajaú - Telefone: 21 8185-9498
Bangu
- 5ª Inspetoria - Rua Biarritz, s/nº
- Centro de Referência da Assistência Social Heloneida Studart - Rua Rangel Pestana 510
Barra da Tijuca
- 4ª Inspetoria - Avenida Ayrton Senna, número 2001
Bonsucesso
- 4ª Coordenadoria de Assistência Social - Rua da Regeneração 654
Botafogo
- Base Operacional da Guarda Municipal - Rua Bambina, número 37
Campo Grande
- Centro Esportivo Miécimo da Silva - Rua Olinda Ellis, 470
- 13ª Inspetoria - Rua Minas de Prata, número 200
- 9ª Coordenadoria de Assistência Social - Rua José Euzébio s/nº (antiga Rua do Rádio)
Centro
- Cruz Vermelha - Praça da Cruz Vermelha s/nº
- Escola de Propaganda e Marketing (ESPM), na Biblioteca da unidade - Rua do Rosário
- Caixa de Assistência aos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj) da OAB-RJ
- Subsede do Sinttel - Rua dos Andradas, 96, 15º andar
- Centro Administrativo São Sebastião - Rua Afonso Cavalcanti 455, térreo - Cidade Nova
Cerro-Corá e Guararapes
- Padaria do Geneci - Rua João Delerri, 68 - Cosme Velho - Telefone: 21 9189-1904 e 9154-0975
Complexo do Alemão
- Educap - Rua Canitá, 1033 - Inhaúma - Telefones: 21 8784-1252
- Vila Olímpica Carlos Castilho - Estrada do Itararé, 460
Comunidade Coroados
- Sede do Grupo Articulador Local Educando com Arte - Estrada dos Bandeirantes, 9916 - Vargem Pequena - Telefones: 21 2441 1912 / 9789 5837 (Jucilene) - Colchonetes e Cobertores.
Comunidade Vila Kennedy
- Rua R, 46 - casa 1. Próximo à Vila Olímpica. Telefone: 21 7166-3247 (Janaina)
Curicica
- 7ª Coordenadoria de Assistência Social - Estrada do Guerenguê 1.630
Guadalupe
- 6ª Coordenadoria De Assistência Social (Subprefeitura da Zona Norte) - Rua Luiz Coutinho Cavalcanti 576
Ilha do Governador
- Organização Fazendo Criança Sorrir - Rua Professor Silva Campos,131 - Freguesia - Telefone: 3366-0421 / 9844-3042
Irajá
- Ceasa - Avenida Brasil 19.001- Telefone: (21) 2333-8274 ou 2333-8225 - Email: ceasapresidencia@ceasa.rj.gov.br
Jacarezinho
- Praça da Concórdia
- Quadra da escola de samba Jacarezinho - Avenida Dom Helder Câmara, em frente ao número 2.066.
Jardim América
- Centro de Referência da Assistência Social Anilva Dutra Mendes
- Posto de Saúde Nagib Farah, na Rua Antônio Albuquerque s/nº
Lagoa
- 2ª Inspetoria - Rua Professor Abelardo Lobo, s/nº - embaixo do Viaduto Saint Hilaire, na saída do Túnel Rebouças
Laranjeiras
- Centro de Referência da Assistência Social Maria Lina - Rua São Salvador 56
Madureira
- 6ª Inspetoria - Rua Armando Cruz, sem número (s/nº)
- Centro de Referência da Assistência Social Professora Márcia Lopes - Rua Carvalho de Souza 274
Mangueira
- Quadra da Mangueira - Rua Visconde de Niterói 1.072
Maré
- Vila Olímpica da Maré - Rua Tancredo Neves, s/n
Morro do Borel
- CIEP da Rua São Miguel (Borel) ou Posto de Saúde - Telefone: 21 9154-4938 - Materiais descartáveis (copo, prato, fraldas...)
Morro dos Macacos
- Centro Comunitário Raiz e Vida - Av.28 de setembro 406/sala 02 - Vila Isabel - Telefone: 21 9633-4982 (fazer contato antes da entrega)
Morro dos Prazeres
- Rua Almirante Alexandrino, 3226
- Rua Gomes Lopes, 70 (na 2ª igreja evangélica) - Telefones: 21 7544-6696 e 9227-6574. Roupa de cama e banho, água, roupas, vela e fósforos, materiais de higiene pessoal e alimentação.
- Igreja Assembleia de Deus - Rua Gomes Lopes, nº 87 B - Telefones: 21 7582-9859 e 9251-0140
Morro do Turano
- Colégio Estadual Herbert de Souza - Rua Barão de Itapagipe (próximo ao número 311 ) -
Rio Comprido - Telefone: 21 7896-8200 - Fralda, absorvente, mamadeira e leite em pó.
- Centro de Referência da Assistência Social Germinal Domingues - Rua Ambiré Cavalcanti 95
Pavuna
- Coordenadoria de Assistência Social Francisco Sales Mesquita - Rua Sargento de Milícias s/nº, ao lado da delegacia.
Praça Seca
- 7ª Inspetoria - Praça Barão da Taquara, número 9
- Centro de Referência de Assistência Social Daniela Peres - Rua Albano 313
Realengo
- CREAS Adailza Sposati - Rua Professor Carlos Venceslau 211
São Conrado
- Centro de Referência da Assistência Social Rinaldo de Lamare - Avenida Niemeyer 776
Santa Cruz
- 10ª Coordenadoria de Assistência Social - Avenida Brasil s/nº (esquina com av. Padre Guilherme Decaminada)
- Centro de Referência da Assistência Social Padre Guilherme Decaminada - Rua Lopes Moura 46
Tijuca
- 8ª Inspetoria - Rua Conde de Bonfim, número 267
- Centro de Referência da Assistência Social Arlindo Rodrigues - Rua Desembargador Isidro 48
- Rede de Solidariedade aos Desabrigados - Rua Medeiros Pássaro, 4
Niterói
- Clube Canto do Rio - Avenida Visconde do Rio Branco 701, ao lado do DCE da Universidade Federal Fluminense (UFF)
- Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - Telefone: 2620-6210
- Esc. Municipal Paulo Freire - Rua Soares Miranda 77, Fonseca - Telefone: 2718-5121
- Colégio Salesiano - Rua Santa Rosa 207, Santa Rosa - Telefone: 3578-9400
- Centro Educacional de Niterói (Centrinho) - Rua Itaguaí 173, Pé Pequeno - Telefone: 2611-0000
- Colég. Est. Guilherme Briggs - Rua Doutor Mário Viana 625, Santa Rosa - Telefone: 2711-1966
- Quadra da Escola de Samba Acadêmicos do Cubango - Rua Noronha Torrezão 560
- Escola Estadual Alberto Brandão - Rua Castro Alves, 22 Fonseca
- Plaza Shopping - Rua Quinze de Novembro 8.
- Instituto Abel - Rua Mario Alves, 2, e avenida Roberto da Silveira, 29
Duque de Caxias
- Secretaria municipal de Integração Segurança Pública e Defesa Civil - Rua Silva Ferrando s/nº, no parque Duque, próximo ao Centro de Caxias. Telefone 08000-230199.
Itaboraí
- Secretaria de Desenvolvimento Social - Rua Dr. Pereira dos Santos, 10, centro.
São Gonçalo
- Secretaria de Desenvolvimento Social - Rua Uricina Vargas 36, Alcântara, em frente ao 7º BPM. Telefone: 3262-3601 ou 3262-3603
- EME - Rua Fernando Pessoa, 135 - Itaúna - São Gonçalo - Telefone: 3711-5070
- Creche da Fazenda - Rua Rosendo Marcos, 2661 - Telefone: 2701-0790.
- Primeira Igreja Batista em São Gonçalo - Rua Cel. Moreira César, 175 - Centro - Telefone: 2713-1350.
- Prefeitura de São Gonçalo - Rua Feliciano Sodré, 100 – Centro
- Colégio Municipal Castello Branco - Rua Carlos Gianelli, s/n, Boaçu
- Colégio Municipal Ernani Faria - Rua Oliveira Botelho, s/n, Neves
- Colégio Municipal Estephânia de Carvalho - Rua Bispo Dom João da Mata, 466, Laranjal
- Escola Municipal Desembargador Ronald de Souza - Rua Francisco Campos, s/n – Jardim Catarina
- Escola Municipal Pastor Haroldo Gomes - Estrada das Palmeiras, s/n – Itaúna
- Colégio Municipal Irene Barbosa Ornellas - Rua Belarmino Faria, s/n – Jardim Catarina
- Escola Municipal Almirante Alfredo Carlos Soares Dutra - Rua Cap. Justiniano Pereira Faria, s/n Alcântara
- Escola Municipal Paulo Reglus Neves Freire - Estrada da Conceição, 1111 – Porto do Rosa
- Escola Municipal Belarmino Nicardo Siqueira - Rua Evaristo da Veiga, s/n – Luiz Caçador
- Escola Municipal Leda Vargas Giannerinni - Rua Cecília Correa, s/n - Tribobó
- Grupo Alfredo Backer de Ensino - Travessa Margarida, 12 - Alcântara - Tel. 2701-0333
São João de Mereti
- Secretaria municipal de Promoção Social - Avenida Presidente Lincoln 899, Vilar dos Teles, no térreo.
Saquarema
- Secretaria de Promoção Social - Rua Professor Souza, s/n
Tanguá
- Secretaria de Bem Estar Social - Rua Vereador Manoel Macedo 680, no Centro de Tanguá, perto do Banco do Brasil.
Maricá
- Escola Joana Benedicta Rangel, no Centro
- Subprefeitura de Itaipuaçu - Estrada de Itaipuaçu, Qd A, Lt 26. Telefone: 21 2637-8585 (gabinete do prefeito) e 2637-1639 (Secretaria de Direitos Humanos).
Doe sangue
Endereços e horários de funcionamento dos postos podem ser obtidos pelo Disque Sangue (0800 282-0708). O HemoRio funciona todos os dias, das 7h às 18h, inclusive aos sábados, domingos e feriados, na rua Frei Caneca, 8 – centro.
► Enquanto o país não aprender a votar corretamente, todo ano vamos contar novos mortos.
quarta-feira, 10 de março de 2010
• Projeto Limpar Portugal
"Oi Denny,
Como já sabes, cá ando na terrinha e vou participar como voluntária num projeto super legal aqui sem fins lucrativos.
Um projeto onde visam limpar e educar para o cuidado com o meio ambiente. As pessoas interessadas em ajudar devem se increver no site de acordo com a zona, região a que mora e assim no dia 20 cada grupo de cada localidade vai fazer a limpeza.
A camara vai dar todo o apoio, no quis diz respeito a material e utensílios necessários às limpezas. Da gente mesmo só será necessário a boa vontade e disponibilidade.
Achei muito legal e interessante a ideia, a iniciativa e gostaria de divulgar isso ao pessoa ai do Brasil. Quem sabe alguém aí não se mobiliza também.
Para que fique mto claro, não tem nada a ver com partidos politicos e nem governo. É o povo se concientizando mesmo.
Gostaria que se pudesse colocasse essa chamada no seu blog. Aqui esta o endereço do site para você e quem se interessar ficar sabendo mais.
http://www.limparportugal.org/
Beijinhos
Ju Rocha"
► Valeu Ju, bom exempo a ser seguido.
Como já sabes, cá ando na terrinha e vou participar como voluntária num projeto super legal aqui sem fins lucrativos.
Um projeto onde visam limpar e educar para o cuidado com o meio ambiente. As pessoas interessadas em ajudar devem se increver no site de acordo com a zona, região a que mora e assim no dia 20 cada grupo de cada localidade vai fazer a limpeza.
A camara vai dar todo o apoio, no quis diz respeito a material e utensílios necessários às limpezas. Da gente mesmo só será necessário a boa vontade e disponibilidade.
Achei muito legal e interessante a ideia, a iniciativa e gostaria de divulgar isso ao pessoa ai do Brasil. Quem sabe alguém aí não se mobiliza também.
Para que fique mto claro, não tem nada a ver com partidos politicos e nem governo. É o povo se concientizando mesmo.
Gostaria que se pudesse colocasse essa chamada no seu blog. Aqui esta o endereço do site para você e quem se interessar ficar sabendo mais.
http://www.limparportugal.org/
Beijinhos
Ju Rocha"
► Valeu Ju, bom exempo a ser seguido.
Assinar:
Postagens (Atom)
