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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

• Rinoceronte Negro é

declarado oficialmente

extinto

Subespécie de rinoceronte não existe mais, informam cientistas

Não restam mais rinocerontes negros vivendo na natureza no Oeste da África, aponta levantamento de espécies ameaçadas realizado pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), que agora declara a subespécie como extinta. Uma subespécie de rinocerontes brancos também está listada como potencialmente extinta pela organização.

A atualização anual da chamada "Lista Vermelha" da IUCN agora mostra quantidade recorde de espécies ameaçadas. Segundo a organização, apesar dos esforços pela conservação, 25% dos mamíferos do mundo estão sob risco de desaparecerem.

Parte do mais recente trabalho reavaliou diversos grupos de rinocerontes. Assim, além de declarar o rinoceronte negro do oeste ( Diceros bicornis longipes), ela mostra o rinoceronte branco do norte ( Ceratotherium simum cottoni), uma subespécie da África Central, como à beira da extinção. Também acredita-se que o último rinoceronte de Java ( Rhinoceros sondaicus) fora de Java tenha desaparecido.

De modo geral, as populações de rinocerontes negros e brancos têm aumentado, mas algumas subespécies estão particularmente vulneráveis à ação de gangues de caçadores ilegais em busca de seus valiosos chifres.

- Eles tiveram o azar de viver em lugares onde nós simplesmente não podemos garantir a segurança deles - disse Simon Stuart, presidente da Comissão pela Sobrevivência de Espécies da IUCN à BBC News. - É preciso imaginar o animal andando por aí com um chifre de ouro. Esta é a imagem, este é o valor e para isso é preciso ter um alto nível de segurança.

Leve seus filhos ao Zoológico, enquanto alguns animais ainda existem. Porque se depender a ação do homem, logo, logo...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

• Amazing!

O Planeta Terra visto do Ônibus Espacial


Imagine admirar algumas das paisagens mais bonitas do nosso planeta a bordo de uma nave espacial. Pois foi isso que fez uma equipe de astronautas da Nasa.

Munidos de câmeras digitais, eles registraram diferentes pontos do mundo, como a Costa da Namíbia e da Tunísia, as Bahamas e até um furação sobre o Oceano Atlântico, passando ainda pelas chuvas na Amazônia.



Fantástico!

domingo, 23 de janeiro de 2011

• 'Lagartixa satânica' nasce

em Zoológico dos EUA

Bicho é menor que uma moeda e pesa menos de um grama.
Espécie é nativa da Ilha de Madagascar, na África.


lagartixa-satanica-620

O zoológico de San Diego, nos EUA, divulgou nesta segunda-feira (3) imagens de seu primeiro “bebê” de 2011: um réptil da espécie Uroplatus phantasticus, conhecido como "lagartixa satânica com cauda de folha". Os criadores ainda não sabem o sexo do bicho, que nasceu no dia 1º, é menor que uma moeda e pesa menos de um grama.

A espécie de lagartixa, nativa da Ilha de Madagascar, na África, é criada apenas em sete zoológicos dos EUA, e só dois deles já conseguiram reproduzi-la em cativeiro.

Lagartixa é tão pequena que cabe sobre um dedo polegar.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

• Ciência comprova: 1ª

impressão é a que fica

Pesquisa descobre por que as primeiras impressões são tão persistentes

Uma pesquisa feita por psicólogos americanos, canadenses e belgas e publicada na revista científica Journal of Experimental Psychology: General mostra que há mais do que uma verdade literal na frase "Você nunca terá uma segunda chance para causar uma boa primeira impressão".

As descobertas sugerem que novas experiências que contradizem uma primeira impressão se tornam atreladas ao contexto em que foram produzidas. Como resultado, as novas experiências influenciam as reações das pessoas só nesse contexto particular, ao passo que as primeiras impressões ainda dominam outros contextos.

"Imagine que você tem um novo colega de trabalho e sua impressão dessa pessoa não é muito favorável. Poucas semanas depois, você encontra esse colega em uma festa e percebe que ele é realmente um cara muito legal. Embora você saiba que sua primeira impressão estava errada, sua resposta será influenciada por essa nova experiência apenas em contextos que semelhantes aos da festa. Já sua primeira opinião continuará dominante em todos os outros contextos", explica o autor Bertram Gawronski, da Cátedra de Pesquisa do Canadá, na Universidade do Oeste de Ontário.

De acordo com Gawronski - que teve a colaboração de Robert Rydell, Bram Vervliet e Jan De Houwer -, nosso cérebro armazena experiências "violadas" como exceções para regras, de forma que a regra é considerada válida, exceto para o contexto específico em que foi transgredida.

Para analisar a persistência das primeiras impressões, Gawronski e seus colaboradores mostraram aos participantes do estudo uma informação positiva ou negativa sobre uma pessoa desconhecida em uma tela de computador. Mais tarde, os voluntários receberam novos dados sobre o mesmo indivíduo, que não condiziam com os iniciais. Para estudar a influência dos contextos, os pesquisadores sutilmente mudaram a cor de fundo da tela, enquanto as pessoas formavam uma impressão de seus "alvos".

Quando os cientistas mediram as reações espontâneas dos participantes sobre uma imagem do indivíduo em questão, encontraram novas informações que os influenciaram quando o "alvo" foi apresentado em um contexto diferente do primeiro. Por outro lado, as reações continuavam dominadas pela primeira informação mesmo com o "alvo" apresentado em outros contextos.

Embora esses resultados apoiem o senso comum de que as primeiras impressões são notoriamente persistentes, Gawronski observa que às vezes isso pode ser mudado. "O que é necessário é que a primeira impressão seja questionada em contextos diferentes. Nesse caso, novas experiências se tornam descontextualizadas, e a primeira impressão lentamente vai perdendo seu poder. Enquanto uma primeira impressão só for contestada dentro do mesmo contexto, você pode fazer o que quiser, mas a primeira impressão será dominante independentemente de quantas vezes for contrariada por novas experiências", destaca Gawronski.

De acordo com ele, a pesquisa também tem implicações importantes para o tratamento de distúrbios clínicos. "Se alguém com reações de fobia a aranhas procurar ajuda de um psicólogo, a terapia terá muito mais sucesso se ocorrer em vários contextos e não apenas no consultório", diz.

Já no meio gráfico, melhor impressão é a que fica.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

• Cérebro funciona como

Facebook, diz estudo

Parte dos neurônios mais ativos se comporta como usuários populares de rede social

Nossos neurônios agem como os usuários mais populares do Facebook, segundo uma pesquisa da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos.

De acordo com o estudo, apenas uma pequena parte das células nervosas é responsável por um grande número de funções importantes. Na comparação com o Facebook, apenas uma pequena parcela dos usuários corresponde pela maior parte dos conteúdos compartilhados no site. A maioria dos neurônios – assim como os membros do Facebook – realizam menos atividades.

Os pesquisadores descobriram que a população de neurônios com mais atividade fica no neocórtex, parte do córtex cerebral formada pela camada enrugada de matéria cinzenta. Ele é responsável por várias funções importantes, como percepção sensorial, funções motoras, localização espacial, pensamento e linguagem.

Antes disso, cientistas já desconfiavam que era uma parcela pequena de nossos neurônios do cérebro que fazia a maior parte do trabalho de processamento. Mas como não conseguiam observar os neurônios isolados, a hipótese não poderia ser confirmada. A equipe da Carnegie Mellon desenvolveu uma maneira de identificar e observar neurônios mais ativos do neocórtex. Colocaram uma marcação fluorescente em um gene ligado a atividade neural em ratos de laboratório, fazendo com que o neurônio “acendesse” quando ativado.

A equipe confirmou que os neurônios mais ativos expressavam o gene em questão, mostrando que a marca era uma boa indicativa de atividade cerebral celular. Depois, isolaram os neurônios ativos dos inativos e registraram sua atividade.

Os neurônios mais ativos lembravam a atividade dos membros populares de uma rede social, os outros neurônios lembram os usuários menos participativos. A maioria dos usuários da rede não atualiza muito, uma pequena parte deles é responsável pelo grande volume de informações da rede. Essas pessoas mais ativas costumam ser também conectadas com mais gente. Assim, enquanto compartilham mais informação, também recebem mais dados de sua rede de contatos, que também inclui internautas mais ativos.

Entre as células nervosas, a pequena, mas significante parcela ativa é mais conectada com outras, também mais ativas. E, por isso, recebe e troca mais informações, ou impulsos nervosos.
A descoberta pode ajudar os neurocientistas a saber quais células cerebrais são mais ativas e o quão estável é sua atividade. Novos estudos serão feitos com estes neurônios para descobrir qual seu papel no aprendizado.

Retirado da Revista Galileu


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

• Hormônio pode explicar

por que mulheres choram

com mais facilidade

Mulheres mostram níveis significativamente mais altos de prolactina entre os 15 e os 30 anos de idade, o que poderia estimular as lágrimas

Muitas pesquisas históricas têm atribuído a diferença dos hábitos de choro do homem e da mulher a pressões sociais. Mas um eminente pesquisador sobre as lágrimas, William H. Frey II, que teorizou, há três décadas, que chorar tinha uma função excretória de alívio do estresse, acredita também numa diferença hormonal.

Frey, bioquímico e farmacologista que hoje é diretor do Centro de Pesquisa de Alzheimer no Regions Hospital, em St. Paul, Minnesota, diz que homens e mulheres possuem mais de determinados químicos nas lágrimas que têm origem em emoções, ao contrário do que ocorre com as lágrimas que caem em resposta a estímulos físicos, como cortar cebola. Entre essas substâncias estão os hormônios prolactina (associado à produção de leite) e adrenocorticotrópico, e o neurotransmissor leucina encefalina – todos liberados quando o corpo está sob estresse

Autor de "Crying: The Mystery of Tears" (algo como "Choro: O mistério das lágrimas", de 1985), Frey especula que, como as lágrimas das mulheres mostram níveis significativamente mais altos de prolactina entre os 15 e os 30 anos de idade, a diferença pode estar associada a lágrimas frequentes, para excretar o estresse. Também se sugere que a própria prolactina estimule as lágrimas em ambos os sexos.

Ah, tá explicado!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

• A assustadora tempestade

na Finlândia

E você? Corria ou filmava?



2012 tá aí

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

• O gol impossível

Após 13 anos, cientistas conseguem desvendar o mistério do fantástico gol de Roberto Carlos contra a França

O lateral-esquerdo Roberto Carlos teve uma bem-sucedida carreira internacional por causa de sua explosão de velocidade nos arranques pelo lado de campo, e pela força absurda de seu chute – principalmente em cobranças de falta.

Uma delas, contra a seleção da França em 1997, entrou para a história do futebol como um “gol impossível” por conta da trajetória peculiar da bola, que fez uma curva desviando da barreira e retornando à direção do gol. O então goleiro francês, Fabien Barthez, nada pôde fazer além de observar embasbacado. Reveja:



O jogador brasileiro provou que seu chute não era obra do acaso ao marcar diversos gols em cobranças muito parecidas. Agora, finalmente, um grupo de cientistas franceses conseguiu provar que o efeito colocado na bola por Roberto Carlos não era só obra do acaso, e sim, resultado de uma complicada equação física. Confira abaixo o gráfico criado pela BBC:

gol-impossivel

O estudo revela que quando uma esfera gira sobre seu próprio eixo, sua trajetória torna-se espiral. Normalmente, as pequenas distâncias viajadas pela bola e a ação da gravidade impedem a observação do fenômeno, mas vez ou outra aparece um Roberto Carlos no mundo capaz de alterar os paradigmas da ciência esportiva.

Por isso que o futebol encanta. Nem a ciência o explica.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

• O teste do marshmallow

- O Marshmalow está aqui: não mexa, não cheire e não coma.

Esta era a ordem dada pra crianças neste teste de autocontrole na década de 50. Quem obedecia, teoricamente se tornaria um adulto mais bem sucedido, não obeso e que iria bem nos estudos. Agora diga isso pra essas crianças que passaram por essa tortura:




E você? Respondeu a nossa pesquisa?

sábado, 12 de junho de 2010

• Porque o amor é cego

Neurocientistas explicam como o cérebro se comporta quando estamos apaixonados
Texto de Lilian Ferreira (UOL )

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Na busca pelo prazer, nosso cérebro ativa o sistema de recompensa assim que vislumbra algo que possa trazer bem-estar imediato. Isso ocorre ao vermos um chocolate quando estamos com fome, ou a pessoa amada quando ela está diante de nós. A ativação dessa área cerebral pode ser até visualizada em exames de imagem, segundo pesquisadores.

As drogas, descobriu-se depois, também ativam esta mesma área de recompensa, assim como outras formas de dependência e até o altruísmo. Em outras palavras, apaixonar-se é como um vício: quanto mais você tem, mais você quer.

Uma pesquisa de 2005 realizada na Universidade de Nova York mostrou como o cérebro se comporta durante a paixão. O primeiro passo foi delimitar quem estava apaixonado e um grupo de controle. Primeiro, as mulheres responderam, em uma escala de 0 a 10, o quanto eram apaixonadas. A média foi de 8,3.

O grupo de controle era formado por mulheres que apreciavam o companheirismo, a amizade, a confiança e o respeito na relação, mas não sentiam "borboletas no estômago" ao ver o parceiro. Elas pensavam no outro em menos de 85% do tempo, além de apresentar menos alegria e desejo sexual. A média desse grupo foi de 6,3 na escala de intensidade.

Foi aplicado a elas, também, um teste, conhecido como PSL (Passionate Love Scale, ou escala do amor apaixonado, em tradução livre), para validar o grau de paixão declarado.

“Nas mulheres apaixonadas, ao se ver o resultado das imagens dos cérebros, pôde-se perceber grande ativação do sistema de recompensa quando elas viam o homem”, conta o neurologista André Palmini, professor da Faculdade de Medicina e Serviço de Neurologia da PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul).

Paixão cega

A área do cérebro ligada à recompensa ativa a sensação de bem-estar e está ligada ao efeito da dopamina, um neurotransmissor. Ela está localizado na região subcortical do órgão, que guarda os circuitos cerebrais mais primitivos do homem, segundo o neurologista.

Ao mesmo tempo em que essa área é ativada, outras duas são desativadas, de acordo com as imagens. Uma delas é o córtex frontal, responsável pelo juízo crítico. “Está ai, provavelmente, a explicação para a célebre frase: o amor é cego. Nas imagens pode-se notar a desativação do córtex frontal na mulher apaixonada”, explica. Nessa fase, tudo o que o outro faz parece menos errado.

Dor da traição

Outra área do cérebro desativada quando estamos apaixonadas é a amígdala, uma região que processa emoções e identifica ameaças. “A amígdala é nosso radar, é o que nos deixa alerta para qualquer imprevisto. A paixão inibe este alerta. Talvez seja por isso que a traição dói tanto, porque não estamos esperando ameaça daquela pessoa, biologicamente estamos com a guarda baixa”, especula Palmini.

As imagens mostram ainda que a tristeza pela perda de um amor é a mesma ativada quando sentimos uma dor física.

É amor?

E quando começa o amor? “O amor é quando o cérebro sai do sistema de recompensa”, conta o neurologista. As áreas mais ativas passam para a região cortical, com as emoções mais humanas.

“O amor é a empatia pelo outro, a sintonia de desejos e aspirações”. Quando conseguimos chegar nessa integração, após a fase de ação do sistema de recompensa, é sinal de que o amor está no comado. Assim, se você não sente mais friozinho na barriga quando você vê seu namorado, mas já pensam de maneira similar, a ciência diz que é amor.

O amor é outra coisa

• Como remediar a

"dor no coração"



Entender como o cérebro funciona é a saída para esquecer um grande amor
Fonte: UOL

Às vésperas do Dia dos Namorados, o especialista em neurologia comportamental da Universidade de Iowa, nos EUA, Antoine Bechara, veio ao Brasil para explicar como esquecer um grande amor. Sua teoria é baseada em estudos sobre mecanismos cerebrais, explicados no 6° Congresso Brasileiro de Cérebro Comportamento e Emoções, que acontece até sábado (12) em Gramado, no Rio Grande do Sul.

Quase todos os ensinamentos da vovó sobre como remediar uma desilusão amorosa são explicados por estudos sobre o cérebro, órgão que comanda os sentimentos e as emoções muito mais do que seu coração, que insiste em disparar quando você vê o dito cujo.

Um dos poucos conhecimentos populares que escapa da comprovação científica é que o tempo é o melhor amigo para quem quer esquecer alguém. Segundo Bechara, o tempo nem sempre ajuda, já que as emoções permanecem, principalmente se você insiste em lembrar os bons momentos que passaram juntos. “Existe um sistema dedicado do cérebro que liga na sua memória sensações à determinada emoção. E ela sempre volta, conscientemente ou não.”

E por que ainda sentir “borboletas no estômago” toda vez que vê seu antigo amor? Dois sistemas cerebrais que explicam. O primeiro é movido pela amígdala, responsável por respostas automáticas, as sensações como seu coração disparar e você ter frio na barriga. "Isso acontece porque seu corpo reage, a pessoa é vista por seu corpo como uma ameaça – você precisa ficar alerta", diz. A outra forma é no córtex pré-frontal, quando você lembra do amado, o que pode desencadear a mesma emoção, mesmo quando ele está a quilômetros de distância”.

Se tudo o que você quer é superar a situação, essas sensações causam desconforto, por isso o cérebro fica em conflito. De um lado, circuítos cerebrais mantêm o amor aceso; de outro, a necessidade de seguir em frente. “Aí vai do que é mais forte no seu cérebro. Se as recordações ruins forem mais fortes, elas irão ganhar a 'luta' na sua cabeça”, explica.

O efeito de um fora

O neurologista destaca que, em diversos casos, se você levou um fora, é possível que fique mais apaixonada ainda. Isso acontece porque, quando nos privamos de algo, nosso corpo sente maior necessidade de ter aquilo. “Quando você se vê sem o controle da situação, você deseja mais aquilo, é como quando somos privados de comida, por exemplo”.

Ele lembra que fome, amor, sede etc. são circuitos similares e que se sobrepõem no cérebro. “Uma analogia é comparar com o paladar. São quatro sabores primários, mas existem infinitos sabores dependendo das combinações que são feitas. O mesmo ocorre com as emoções”.

Ainda assim, Bechara é um otimista. “Acredito que o 'coração' sempre toma as melhores decisões. Nem sempre racionalizar tudo resolve os problemas”, enfatiza. Apesar disso, se o coração não ajuda, é racionalizando que podemos, pelo menos, nos livrar do problema.

Veja as dicas do neurologista para esquecer um grande amor

• Só lembre das coisas ruins. Nada da história de que defunto posto, só sobram as boas ações. Recorde-se de quando ele esqueceu o aniversário de namoro e de todas as mancadas que ele dava. Quanto mais forte forem os pensamentos negativos, mais fácil será superar o fim do relacionamento

• Mude o foco da sua atenção. Nada de pensar no cara o dia todo. Se possível, arranje um novo namorado logo para que ele seja sua nova prioridade. “Não vejo razão neurológica para afirmar que é melhor superar uma relação sozinho e não com outra pessoa. Esse é o caminho mais difícil, e por que escolhê-lo, então?”, pergunta Bechara

• Não vá a lugares e se coloque em situações que lembrem o ex. Se ele não está na sua frente, para que trazê-lo sempre com você?

• Mantenha o cérebro ocupado. Comece um hobby, distraia-se com outras coisas e evite sempre pensar nele

• A distância, e não o tempo, é um dos melhores amigos para superar alguém. É muito mais difícil esquecer a pessoa se você a vê todos os dias, e todas as sensações e emoções voltam à tona com frequência. “Tenha sempre em mente que o amor é como o vício, você é sempre vulnerável”, diz o neurologista. Neste caso não existe ex, por isso, fique sempre longe do primeiro gole, ou da primeira troca de olhares

Tomara que não precise, mas é bom guardar essas dicas ;)
 

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